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Bolsas da Europa fecham em alta, com apetite por risco sustentado por vacina

Duas notícias envolvendo o desenvolvimento de vacinas impulsionaram as bolsas europeias hoje. Logo no começo do dia, Pfizer e BioNTech informaram que submeteram o seu potencial...

Publicado em

Por Agência Estado

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Os principais índices das bolsas da Europa reverteram as perdas de ontem e fecharam em alta nesta terça-feira, 1º, em dia marcado por apetite por risco nos mercados internacionais por conta do noticiário envolvendo as vacinas contra a covid-19. O otimismo de investidores prevaleceu, inclusive, ante à queda dos índices gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da zona do euro e da Alemanha, que ainda revelam fragilidades na economia da região. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou o dia em alta de 0,65%, a 391,90 pontos.

Duas notícias envolvendo o desenvolvimento de vacinas impulsionaram as bolsas europeias hoje. Logo no começo do dia, Pfizer e BioNTech informaram que submeteram o seu potencial imunizante contra a covid-19 à União Europeia para a Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) aprovar o seu uso emergencial. O órgão confirmou o recebimento da solicitação e disse que a aprovação pode ocorrer já no dia 29 de dezembro.

O diretor de estudos de países do departamento de economia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Alvaro Pereira, afirmou hoje que o PIB mundial em 2021 deve crescer entre 2% e 4%, a depender de como se sairá o processo de vacinação da população mundial. A OCDE divulgou hoje previsões atualizadas para a economia mundial e cortou a estimativa de contração da zona do euro de 7,9% para 7,5% em 2020.

Na França, o governo do presidente Emmanuel Macron começou a planejar uma campanha de vacinação em massa para ocorrer ainda no primeiro semestre de 2021. O CAC 40, principal índice da Bolsa de Paris, avançou 1,14% nesta terça, atrás apenas do FTSE 100 de Londres, que fechou em alta de 1,89%. Na Inglaterra, o setor bancário foi destaque positivo, com o Lloyds Banking fechando em alta de 7,45% e o Barclays avançando 1 ponto porcentual a menos. A Taylor Wimpey, do setor imobiliário, teve o melhor desempenho do FTSE 100 ao fechar com ganhos de 7,86%.

Com avanço mais modesto em relação às bolsas de Paris e Londres, o alemão DAX, de Frankfurt, fechou em alta de 0,69%. O setor automotivo sustentou a alta do índice, com Volkswagen (+4,26%) e Continental (4,07%) entre as maiores altas do dia, enquanto o setor imobiliário teve um desempenho geral ruim, com a Deutsche Wohnen (-2,31%) registrando o maior recuo nesta segunda-feira.

O Ibex 35 de Madri subiu 0,79%, sustentado especialmente por empresas dos setores aéreo e hoteleiro, muito prejudicados com pandemia, e por ações de bancos, como o Santander e o Sabadell, que cresceram 5,83% e 5,25%, respectivamente. Já o português PSI 20, de Lisboa, amargou a única queda dentre os principais índices acionários europeus, com recuo de 0,37%. Por fim, o FTSE MIB de Milão terminou as negociações com alta de 0,18%, com ganhos contidos após o anúncio da saída do CEO do Unicredit, Pierre Mustier. As ações do banco recuaram 8,02% no pregão de hoje.

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