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Pobreza atinge mais 6 mi em 2019 na América Latina, diz Cepal

“A alta de 2,3 pontos porcentuais da pobreza entre 2014 e 2018 na média regional se explica basicamente pelo aumento registrado no Brasil e na Venezuela”,...

Publicado em

Por Agência Estado

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A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) afirmou que em 2019 o número de pessoas na região em situação de pobreza aumentará a 191 milhões, um avanço de 6 milhões em comparação com o registrado no ano anterior. Além disso, as pessoas em condições de extrema pobreza chegarão a 72 milhões, de 66 milhões em 2018. As informações constam do relatório Panorama Social da América Latina 2019, apresentado nesta quinta-feira em Santiago.

“A alta de 2,3 pontos porcentuais da pobreza entre 2014 e 2018 na média regional se explica basicamente pelo aumento registrado no Brasil e na Venezuela”, destaca a Cepal em comunicado. Nos demais países, a tendência dominante foi de redução, devido principalmente a um aumento nos salários nas residências mais pobres e também a transferências públicas dos sistemas de proteção, bem como de remessas em alguns países.

Secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena afirmou que a entidade constata “a urgência de avançar na construção de Estados de Bem-Estar, baseados nos direitos e na igualdade”. “O chamado é para construir pactos sociais para a igualdade”, enfatizou ela, durante o lançamento do informe. A Cepal ressalta que a redução na desigualdade da renda é fundamental para se retomar a trajetória de redução da pobreza e cumprir as metas estabelecidas no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 1 da Agenda 2030. “É necessário crescer para igualar e igualar para crescer. A superação da pobreza na região não exige apenas crescimento econômico; este deve estar acompanhado de políticas redistributivas e políticas fiscais ativas”, diz a Cepal no estudo apresentado na capital chilena.

A entidade diz que, para erradicar a pobreza e reduzir a desigualdade e a vulnerabilidade dos que ganham menos, é necessário haver políticas de inclusão social e laboral. Além disso, é preciso que o mercado de trabalho garanta empregos de qualidade e remunerações dignas, eliminando-se barreiras de inserção laboral das mulheres e fortalecendo o desenvolvimento de sistemas integrais e universais de proteção social.

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