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Imagem referente a PF investiga diretores de corretora de seguros por gestão fraudulenta e desvios
Crédito: Arquivo Polícia Federal

PF investiga diretores de corretora de seguros por gestão fraudulenta e desvios

Segundo os investigadores, entre 2014 e 2016, três dos diretores da companhia teriam praticado atos de gestão fraudulenta e desviado valores que podem chegar a R$...

Publicado em

Por Agência Estado

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Imagem referente a PF investiga diretores de corretora de seguros por gestão fraudulenta e desvios
Crédito: Arquivo Polícia Federal

A Polícia Federal em São Paulo deflagrou na manhã desta quinta, 26, a 13ª fase da Operação Descarte, denominada Canal Seguro para investigar uma organização criminosa dedicada à gestão fraudulenta e ao desvio de valores de instituição financeira, além de crimes contra a ordem tributária e lavagem de ativos. A vítima do grupo foi uma corretora de seguros que detém exclusividade na venda de seguros anunciados por empresa pública federal, diz a PF

Segundo os investigadores, entre 2014 e 2016, três dos diretores da companhia teriam praticado atos de gestão fraudulenta e desviado valores que podem chegar a R$ 28.300.069,21, mediante diversas transferências a título de pagamento por prestação de serviços, superfaturados ou que na verdade não foram realizados.

A ofensiva cumpre13 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A Justiça determinou ainda o bloqueio de mais de R$ 27 milhões dos investigados, além do sequestro de um apartamento no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 5,5 milhões.

Além disso, os três diretores diretamente envolvidos nas fraudes investigadas tiveram a suspensão do exercício da atividade de natureza econômica ou financeira decretada.

A investigação contou com a participação da Receita Federal e do Ministério Público Federal e teve início a partir de provas produzidas no âmbito da Operação Descarte e seus desdobramentos – Chiaroscuro, Checkout, E o Vento Levou e Chorume.

As mais recentes etapas da Descarte, a ‘Silício’ e a ‘Macchiato’, foram abertas há menos de um mês. A primeira investigou supostos crimes de sonegação fiscal, corrupção, lavagem de capitais, fraude em licitação e evasão de divisas envolvendo a Ceitec, estatal de tecnologia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Já a Macchiato mirou crimes contra o Sistema Financeiro Nacional relacionados ao banco BMG.

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