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Suspeita de covid-19 de Bivar adia reunião entre líderes da Câmara

Separadamente, os quatro já vinham mantendo conversas sobre a possibilidade de se unirem na sucessão à Mesa Diretora da Câmara. A expectativa era que hoje o...

Publicado em

Por Agência Estado

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As negociações para eleição na Câmara entre o presidente da casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a cúpula do PSL, MDB e Republicanos foram suspensas nesta quarta-feira, 18, por suspeita de covid-19. Luciano Bivar, presidente do PSL, apresentou sintomas e aguarda o resultado do teste. O presidente do Republicanos, Marcos Pereira (SP), e o do MDB, Baleia Rossi (SP), também deveriam participar da conversa.

Separadamente, os quatro já vinham mantendo conversas sobre a possibilidade de se unirem na sucessão à Mesa Diretora da Câmara. A expectativa era que hoje o grupo começasse a costurar um acordo e definir uma estratégia para a disputa, que deve ter o deputado Arthur Lira (PP-AL), líder do Centrão, como candidato do Palácio do Planalto.

Com a suspeita de contaminação de Bivar, o encontro entre os líderes pode acontecer na próxima semana. Segundo apurou o Broadcast/Estadão, as definições, no entanto, só devem ocorrer após o fim do segundo turno das eleições municipais. A avaliação é que o melhor é esperar situações como a do Rio de Janeiro, onde Republicanos disputa a prefeitura com o DEM, serem resolvidas.

Pereira e Baleia são nomes cotados para sucessão de Maia. O presidente do MDB tem o apoio de Maia para se candidatar, enquanto Pereira aparece como um nome do Centrão, em uma disputa de espaço com Lira, e que tem ganhado a simpatia da oposição. Nenhum deles assume ser candidato ainda.

Bivar também passou a ser cogitado como um nome para a disputa da Presidência da câmara. Em entrevista ao Estadão, o presidente do PSL admitiu as conversas com Maia e disse que se manter na estrutura da Câmara é essencial para o fortalecimento da legenda. Atualmente, é o segundo vice-presidente da Casa.

O cenário da Câmara, hoje, se divide basicamente em três grandes forças políticas. A primeira é a do Centrão, com os partidos da base do governo, liderados por Lira. Formalmente, ele coordena na Câmara o grupo regimental composto por PL, PP, PSD, Solidariedade e Avante, com o total de 135 deputados. Siglas como Republicanos, Pros, PSC, Patriota e PTB (68 deputados) costumam também compor com esse grupo informalmente, formando o chamado “Centrão”

O “núcleo independente” ou “núcleo Maia” tem DEM, PSDB, MDB, Cidadania e parte do PSL (102 deputados). E há ainda a oposição, com PT, PSB, PDT, PSOL e PCdoB com 132 deputados.

Independentemente desses grupos, PSL, Pros e PTB formam outra agremiação formal na Câmara, sob a liderança de Felipe Francischini (PSL-PR).

Os partidos podem compor de várias maneiras para a eleição da Câmara. Estão em jogo também outras funções além da presidência, como a primeira e segunda vice, hoje ocupadas respectivamente por Pereira e Bivar, e quatro postos de secretários.

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