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Imagem referente a Ministério da Saúde vai receber representantes de farmacêuticas
Fachada do Ministério da Saúde na Esplanada dos Ministérios

Ministério da Saúde vai receber representantes de farmacêuticas

Não há compromisso firmado pelo governo para a compra desses imunizantes. O discurso no ministério é o de que o governo comprará a primeira vacina segura...

Publicado em

Por Agência Estado

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Imagem referente a Ministério da Saúde vai receber representantes de farmacêuticas
Fachada do Ministério da Saúde na Esplanada dos Ministérios

Após a divulgação de resultados preliminares positivos sobre o desenvolvimento de vacinas contra a covid-19, o Ministério da Saúde receberá representantes de farmacêuticas para discutir a compra dos imunizantes. A primeira reunião será com a Pfizer, nesta terça-feira, 17, de acordo com informações obtidas pelo Estadão. Amanhã, técnicos da pasta vão se encontrar com representantes da Johnson & Johnson. Na quinta-feira, está prevista agenda com desenvolvedores da vacina Sputnik V.

Não há compromisso firmado pelo governo para a compra desses imunizantes. O discurso no ministério é o de que o governo comprará a primeira vacina segura que chegar ao mercado. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, chegou a vetar a compra da Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, pois quem lidera as tratativas para o acesso da droga no Brasil é o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Há estudos clínicos em andamento no Brasil para desenvolver as vacinas da Pfizer e Johnson & Johnson, entre outras. A Sputnik V, porém, ainda não é testada no País. A ideia do governo é ouvir valores e condições de acesso à vacina que as empresas oferecem. Uma dúvida no governo é sobre como garantir o armazenamento de vacinas que exigem temperaturas baixíssimas.

O Ministério da Saúde acompanha 270 pesquisas sobre vacinas com covid-19. A aposta do governo, por enquanto, é no imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford com o laboratório AstraZeneca. O governo investiu cerca de R$ 2 bilhões para comprar 100 milhões de doses da vacina, além de equipar a Fiocruz para produção independente da droga.

OMS

Em outra frente de atuação para encontrar uma vacina, o Brasil espera receber doses para 10% da população por meio do consórcio Covax Facility, liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O País investiu R$ 2,5 bilhões para entrar no consórcio.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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