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Editorial: Prepare-se! Hoje é o seu dia!
Foto: Fábio Pozzebon/ Agência Brasil

Editorial: Prepare-se! Hoje é o seu dia!

A campanha eleitoral relâmpago deste ano, diferenciada em muitos aspectos por conta da pandemia, não mudou uma das máximas da eleição: o eleitor continua sendo o...

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Por Redação CGN

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Editorial: Prepare-se! Hoje é o seu dia!
Foto: Fábio Pozzebon/ Agência Brasil

Mas, que dia é esse? Dia de eleição! Nos sistemas democráticos, mesmo com todas as suas particularidades e “estranhezas”, o momento do voto é a grande força ou a expressão máxima a democracia. O mais famoso e emblemático presidente americano, Abraham Lincoln, disse que “um boletim de voto tem mais força que um tiro de espingarda”. E ele estava certo. Pelo voto, grandes transformações podem ser encaminhadas, com mais profundidade e propriedade que uma guerra.

A campanha eleitoral relâmpago deste ano, diferenciada em muitos aspectos por conta da pandemia, não mudou uma das máximas da eleição: o eleitor continua sendo o agente mais importante de toda e qualquer eleição. Por isso mesmo, nestes dias, cada cidadão passa ter uma importância que não será a mesma no intervalo até a próxima eleição, que no caso do Brasil será em 2022. E neste contexto, você, eleitor, que é o personagem mais importante até a o encontro com a urna precisa fazer valer toda essa importância que acaba exatamente depois que o “fim” for acionado.

O processo que vai ser concluído com a escolha do número “contemplado” com seu voto na urna precisa ter sido precedido de uma análise profunda, confrontada com suas convicções e as demandas que você, caro eleitor, conhece e presencia no seu dia a dia. Você conhece o mínimo necessário do histórico do candidato que escolheu? Sabe se tem credenciais para ser vereador ou prefeito da cidade que é a sua casa?

Nos últimos dias dos programas eleitorais de rádio e televisão, bem como nas publicidades impulsionadas nas redes sociais, a maioria quase absoluta dos candidatos trabalhou o emocional e não o racional. A ideia dos marqueteiros é exatamente provocar no eleitor um sentimento de “compaixão” e “apego sentimental” ao candidato, capaz de levar o cidadão a vestir uma camisa e levantar uma bandeira sem nem mesmo compreender o que realmente está sendo proposto, se há viabilidade administrativa e orçamentária para ser executada, ou mesmo se é legal e da alçada e competência do vereador ou do prefeito.

Por isso, no encontro com a urna, ainda antes dele, caro eleitor, pare um pouco para refletir nos motivos que estão determinando a sua escolha. Como se sabe, voto é coisa séria e, depois de sacramentado, não há volta. Com absoluta certeza, uma escolha consciente lhe trará o real sentimento dever cumprido e o direito e o dever de cobrar dos eleitos, não suas promessas, mas condutas condizentes com o cargo que ocuparão e as responsabilidades dele decorrente.

Faça a sua parte da melhor e mais consciente maneira possível para depois, então, então ter propriedade para cobrar. Pesquisas, debates, programas de televisão, entrevistas e até o contato direto com os candidatos não determinam o voto, mas, sim, oferecem elementos para balizar avaliações. Seja racional, frio e calculista nesta hora.

Lembre-se: seu voto vale quatro anos de aval para dirigirem o futuro da sua cidade e, consequentemente, o seu futuro também. Vote bem!

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