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Foto: Montagem/G1

No último dia de propaganda, líderes em SP apresentam propostas e números

De acordo com pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada na segunda-feira, 9, menos da metade dos entrevistados soube dizer, de forma espontânea, o número de quem pretende votar...

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Por Agência Estado

Foto: Montagem/G1

No último programa de rádio e TV antes da votação, os candidatos à Prefeitura de São Paulo fizeram um apelo a suas propostas pela cidade. Em comparação com as primeiras semanas de campanha, a propaganda de desta quinta, 12, teve menos espaço para padrinhos e focou na exposição dos números dos concorrentes e em promessas de última hora.

De acordo com pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada na segunda-feira, 9, menos da metade dos entrevistados soube dizer, de forma espontânea, o número de quem pretende votar no domingo, 15.

Na primeira posição na pesquisa, com 32% das intenções de voto, Bruno Covas (PSDB) disse, na propaganda do rádio, que, mesmo estando à frente, “não tem eleição ganha” e apresentou um áudio do seu avô, o ex-governador Mário Covas. O governador João Doria (PSDB), que, segundo o Ibope, tem a gestão considerada ruim ou péssima por 49% dos eleitores paulistanos, não apareceu.

Celso Russomanno (Republicanos) começou a campanha apostando na relação com o presidente Jair Bolsonaro, que chegou a aparecer em alguns programas na TV. Na capital paulista, o governo dele é considerado ruim ou péssimo por 54%, também de acordo com o Ibope.

Na propaganda de desta quinta, 12, Russomanno deixou o presidente de fora e falou sobre suas principais bandeiras: auxílio emergencial, vale-creche e hospital para pets. Prometeu manter o Leve Leite, programa lançado em 1996 pelo então prefeito Paulo Maluf (PP), e dar “apoio ao Uber”. Em 2016, ele se envolveu em polêmica ao dizer que o aplicativo atuava na ilegalidade.

Com 17 segundos no horário eleitoral, Boulos falou sobre os resultados nas pesquisas, que mostram seu voto como sendo o mais consolidado. Também com chances de chegar ao segundo turno, Márcio França (PSB), criticou a gestão Covas que, em suas palavras “só bateu cabeça” na administração da pandemia e falou de criar programas de frente de trabalho e de concessão de crédito para pequenas e empresas. Na TV, sua fala é acompanhada por imagens com seu número da urna em várias situações diferentes.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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