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A histeria custou caro

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Quando for contada, algum dia, a história completa da Covid-19, certamente haverá um capítulo inteiro destinado aos exageros de muitas resoluções tomadas no calor do pânico que a pandemia provocou.

Uma delas, constata-se agora, pode ter sido a proibição quase total dos voos domésticos e internacionais em todo o mundo, medida imposta na tentativa de barrar a disseminação do novo coronavírus.

Estudo recém-divulgado pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) revela que desde o início de 2020 foram relatados apenas 44 casos da doença, cuja transmissão foi relacionada a uma viagem de avião, incluindo diagnósticos confirmados, prováveis e potenciais.

Considerando que no mesmo período cerca de 1,2 bilhão de passageiros cruzaram os céus em aeronaves comerciais, o risco de contrair o vírus a bordo, observou um dirigente da entidade, “parece ser igual à chance de ser atingido por um raio”.

Em resumo, próximo de zero.

O fato é que só o futuro vai dizer se o lockdown aéreo, da forma radical como foi feito, era ou não necessário, tendo em vista os sistemas de fluxo de ar e outros dispositivos que equipam as aeronaves e conseguem reduzir com eficiência o contágio de enfermidades a bordo em tempos normais.

Seja como for, a decisão de deixar os aviões em terra não impediu, aparentemente, a propagação do vírus pelo planeta, mas quebrou as companhias aéreas e aprofundou severamente a crise econômica global.

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