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Opinião

Com as barbas de molho

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Desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, há quase um ano, não se registram novas ocupações de propriedades rurais por parte do Movimento Sem Terra, que até então contava com a cumplicidade e a proteção dos governos do PT.

Principal chefe da organização criminosa travestida de “movimento social”, o barbudo João Pedro Stedile admitiu em recente entrevista que o MST resolveu paralisar as invasões sabendo que Bolsonaro, ao equipará-las a ações terroristas, certamente não mediria esforços para reprimi-las com rigor.

Diante do cenário político adverso, ele explicou que o MST adotou a estratégia de entrar em letargia, que é um estado de inconsciência que se assemelha ao sono profundo.

Agora, com Lula solto, liderando a oposição e incentivando a arruaça para confrontar o governo, Stedile diz que o movimento sente-se encorajado a retomar seus costumeiros atos de bandidagem com o intuito de promover a reforma agrária na marra e onde bem entenderem.

Mas não será tão fácil como ele pensa.

Decidido a não dar moleza para a quadrilha e disposto a defender a qualquer custo a propriedade privada, que considera um pilar fundamental da democracia, Bolsonaro anunciou nesta segunda-feira (25) que pretende enviar ao Congresso um projeto para a criação de uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem) do campo, que autorizaria a utilização de tropas federais para fazer as reintegrações de posse em áreas rurais, especialmente em estados onde os governadores não estão cumprindo os mandados judiciais de despejo dos invasores.

Talvez seja melhor para o MST continuar se fingindo de morto.

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