
PM apura se morte no Jardim Veneza pode ser caracterizada como suicídio por policial
Capitão Astori detalhou que o homem passou o dia agressivo, dando tiros na residência e, a princípio, buscando o confronto com os policiais...
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Por Fábio Wronski
Na manhã desta quarta-feira (04), a equipe da CGN conversou com o comandante da 1ª Cia do 6º Batalhão da Polícia Militar, Diego Astori sobre o procedimento policial que acabou com a morte de Aloise Pruchaki, de 56 anos.
O fato ocorreu em uma residência no Jardim Veneza, na noite do último sábado (04).
Na ocorrência, os policiais deslocaram ao endereço para atender uma situação onde alguém estaria realizando disparos de arma de fogo.
Chegando à casa, foi encontrado o morador em posse de uma pistola, sendo que estava muito agressivo e, segundo o que havia sido relatado pela PM, familiares já haviam se afastado do homem, durante o dia, em razão do risco.
Astori deu detalhes sobre o procedimento dos militares, que tentaram por diversas vezes acalmar o homem, que insistia em não negociar e também apontar a pistola .40 em direção aos policiais.
Como não conseguiam avançar nas negociações e diante do grande risco que corriam, os policiais precisaram realizar os disparos, que resultaram no óbito de Aloise.
Capitão Astori relatou que a Polícia busca entender se o caso pode ser caracterizado como um suicídio por policial, onde a pessoa pode realiza diversas ações buscando a intervenção da Polícia, que possa resultar no óbito.
O caso segue sendo investigado para que o procedimento seja concluído.
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