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Bolsa inicia semana em leve baixa, descolada do exterior

Nesta segunda-feira, 25, o Ibovespa fechou em baixa moderada, de 0,25%, a 108.423,93 pontos, atingindo 108.079,87 pontos na mínima e chegando a 108.914,73 pontos na máxima...

Publicado em

Por Agência Estado

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Com dólar pressionado acima, tocando a marca de R$ 4,2203 no pico do dia, e renovando máxima de fechamento a R$ 4,2145 (+0,52%) em meio à típica intensificação de fluxos de saída no fim de ano, o Ibovespa teve uma sessão negativa, descolado dos mercados do exterior, após ter acumulado ganho de 2% na semana passada.

Nesta segunda-feira, 25, o Ibovespa fechou em baixa moderada, de 0,25%, a 108.423,93 pontos, atingindo 108.079,87 pontos na mínima e chegando a 108.914,73 pontos na máxima do dia. O giro financeiro foi de R$ 16,1 bilhões, abaixo da média do mês. No mês, o Ibovespa acumula agora ganho de 1,12%, com 23,37% de avanço no ano.

As bolsas americanas e europeias tiveram alta em base ampla nesta segunda-feira, com os três índices em Nova York renovando máximas históricas no fechamento, impulsionados por sinais mais favoráveis sobre as negociações comerciais entre EUA e China.

No boletim Focus desta segunda-feira, os analistas ouvidos pelo BC ajustaram as estimativas para a Selic no fim de 2020, elevando a aposta, de 4,25% para 4,50%, com IPCA mantido a 3,60%, mas ajustado de 3,33% para 3,46% no fim do ano em curso, com a expectativa para o PIB também em alta, passando de 0,92% para 0,99% em 2019.

A perspectiva de um ciclo menos prolongado de corte de juros é um fator que pode afetar o apetite por ações, em um cenário político e econômico ainda marcado por incertezas, especialmente em relação à progressão de reformas adicionais, como a tributária e a administrativa.

A sessão contou com poucos catalisadores amplos, em uma segunda-feira de agenda doméstica relativamente esvaziada.

Nesta sessão, o desempenho das ações de bancos foi contraponto negativo ao bom comportamento da Vale (+1,66%, a R$ 50,86 para a ação ordinária) e da siderurgia (Gerdau PN +0,66% e Usiminas PNA +2,19%), em dia no qual o preço do minério de ferro avançou mais de 3% na China. A perspectiva de que o setor siderúrgico reajuste preços em 2020 também contribui para o avanço das ações do segmento.

Em outro desdobramento positivo, forte leitura sobre as compras de carne pelo país asiático em outubro impulsionou o segmento, destaque de alta do dia, com ganhos entre 5% e 9% para as ações de empresas como BRF, JBS e Marfrig. “O dia teria sido positivo não fosse o peso das ações de bancos”, diz Ari Santos, gerente de Ibovespa na H.Commcor.

A possibilidade de que os lucros e dividendos dos bancos venham a ser tributados, em paralelo à redução do IRPF, afetou o desempenho das ações das instituições financeiras nesta sessão. Segundo o secretário da Receita Federal, José Tostes Neto, haverá cuidado para afastar o argumento de que taxar lucros e dividendos constituiria bitributação.

A ação ordinária do Bradesco fechou em baixa de 1,44% e a preferencial, em baixa de 0,50%, enquanto a preferencial do ItaúUnibanco cedeu 1,43%.

A ação preferencial da Petrobras fechou o dia em baixa de 0,83% e a ordinária, de 0,62%, ambas limitando as perdas observadas mais cedo, em dia de alta moderada, na casa de 0,4%, para os preços do Brent e do WTI. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) manteve a greve de cinco dias, a partir de hoje.

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