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Dólar abre sem direção única entre spot e futuro em sessão pré-feriadão e de Ptax

Os EUA divulgaram que os gastos com consumo subiram 1,4% em setembro ante agosto, sendo que a previsão era +1%. A renda pessoal subiu 0,9% em...

Publicado em

Por Agência Estado

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O dólar abriu esta sexta-feira (30) com sinais mistos entre os mercados futuro e spot, ainda que as cotações nos dois segmentos oscilem muito perto dos últimos fechamentos. A sessão pré-feriado e de fechamento de Ptax é claramente marcada por cautela global. Perto das 9h30, a moeda acentuou a queda no mercado futuro e levou junto a spot. O movimento aconteceu logo depois da divulgação de dados americanos que vieram acima do esperado e foi observado não apenas no mercado doméstico. A queda do dólar ante o peso mexicano, dólar canadense, entre outras moedas emergentes ou ligadas a commodities também ganhou força.

Os EUA divulgaram que os gastos com consumo subiram 1,4% em setembro ante agosto, sendo que a previsão era +1%. A renda pessoal subiu 0,9% em setembro ante agosto (previsão +0,5%). Já o índice de preços ao consumidor (PCE) veio dentro do previsto e subiu 0,2% em setembro ante agosto. Às 9h40, o dólar spot já voltava a subir e valia R$ 5,7730 (+0,10%) e o futuro caía menos, a R$ 5,778 (-0,15%). Nas mínimas intraday, o spot foi a R$ 5,75 e o futuro, a R$ 5,754.

Nos mercados doméstico e global, prevalece uma postura cautelosa intensificada por conta do feriadão nacional, pelo tom majoritariamente negativo no exterior em meio à segunda onda de covid-19 e a insegurança causada pela jornada eleitoral nos Estados Unidos. A eleição americana se encerra na terça-feira, dia 3 de novembro, mas não se sabe quando e como a apuração dos votos será concluída, aclamando o democrata ou o republicano como novo presidente americano.

O desemprego, divulgado às 9h pelo IBGE, confirmou a expectativa da maioria das casas de análise de aumento da taxa do trimestre até setembro em relação à do trimestre até agosto. O porcentual de 14,4%, contudo, veio acima da mediana e bem perto do teto das expectativas do mercado financeiro. Com esse resultado, o desemprego no Brasil nunca foi tão alto quanto agora e bateu novo recorde, quando se observa a série histórica. Além disso, a população ocupada totalizou 81,666 milhões, o menor patamar da série. A massa de renda real caiu 5,7% no trimestre até agosto ante igual período de 2019.

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