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Enquanto Índia cancela reabertura do Taj Mahal, França retoma atividades do Louvre

Índia já é um dos epicentros da pandemia; França vive retomada gradual das atividades....

Publicado em

Por Deyvid Alan

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A Índia cancelou a reabertura do Taj Mahal, principal monumento do país localizado em Agra previsto para retornar hoje às atividades, interrompidas desde março. Autoridades locais da cidade determinaram a ampliação das medidas de bloqueio em monumentos e na extensão do distrito, o mais afetado pelo novo coronavírus em Uttar Pradesh, estado mais populoso do território indiano. “Pelo interesse do público, foi decidido que, por enquanto, a abertura de monumentos em Agra não será aconselhável”, declararam em nota.

Do outro lado do mundo, depois de pouco mais de três meses de confinamento, o museu do Louvre voltou a abrir as portas para o público. A previsão é de que o número de pessoas recebidas seja quatro vezes menor em relação à audiência antes da pandemia – a princípio, apenas cidadãos de países europeus vizinhos poderão visitar. Segundo o presidente da instituição, Jean-Luc Martínez, o espaço pretende receber somente 7 mil pessoas por dia, contra 30 mil antes da crise de saúde global.

Em maio, a França anunciou medidas no valor de 18 bilhões de euros para apoiar o setor de turismo contra os prejuízos causados pela pandemia, mas a ajuda parece não estar chegando aos guias turísticos da capital do país. Foi o que a categoria denunciou na reabertura do museu, usando máscaras e segurando retratos de Mona Lisa em manifestação na frente do local. “O governo está ficando surdo, não temos voz”, disse à Reuters a manifestante Margot Schmitz, que também afirmou que a maioria dos contratos do grupo são de curto prazo.

A Índia já é o terceiro país com maior número de casos de coronavírus no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e do Brasil. Na França, por sua vez, autoridades consideram que a fase mais crítica da pandemia já passou. O país vive uma retomada gradual das atividades desde 15 de junho, mas o retorno da movimentação no Louvre, apesar de baixo e local, ainda é visto com apreensão pela gerência do museu.

Fonte: Antena 1 / Por Camila Mazzotto

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