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Imagem referente a MP prende ex-deputado Silas Bento e filho por ‘rachadinha’ na Alerj
Suplentes de cinco deputados presos durante a Operação Furna da Onça tomam posse na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

MP prende ex-deputado Silas Bento e filho por ‘rachadinha’ na Alerj

Segundo a Promotoria fluminense, os mandados de prisão foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio, que também ordenou o cumprimento de busca e apreensão...

Publicado em

Por Agência Estado

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Imagem referente a MP prende ex-deputado Silas Bento e filho por ‘rachadinha’ na Alerj
Suplentes de cinco deputados presos durante a Operação Furna da Onça tomam posse na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O Ministério Público (MP) do Estado do Rio de Janeiro realiza nesta sexta-feira, 23, em Cabo Frio, a operação “In Nomine Patris” para prender preventivamente o ex-deputado estadual Silas Bento e seu filho, o candidato a vereador por Cabo Frio Vanderson Bento. A dupla foi denunciada por suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Segundo os investigadores, a funcionária Taissa Saldanha Alves repassava cerca de R$ 10 mil do salário de R$ 11 mil ao então deputado, por meio de a Vanderson.

Segundo a Promotoria fluminense, os mandados de prisão foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio, que também ordenou o cumprimento de busca e apreensão nos endereços dos denunciados. O MP do Rio imputa a Silas, Vanderson e Taissa os crimes de organização criminosa e peculato. Além disso, o ex-deputado também foi denunciado por lavagem de dinheiro e extorsão.

Já quanto a Taissa, a Justiça fluminense apenas determinou que a mesma compareça mensalmente ao juízo para informar e justificar suas atividades, se abstenha de manter contato com Silas e Vanderson e não se ausente de Cabo Frio por prazo superior a dez dias.

De acordo com a denúncia, Silas nomeou Taissa em janeiro de 2017 com a condição de que a funcionária não precisaria comparecer ao seu gabinete e repassaria ao deputado mensalmente, por meio de Vanderson, R$ 10 mil de um salário aproximado de R$ 11 mil.

“Durante os meses em que esteve nomeada como assessora parlamentar, de janeiro de 2017 a novembro de 2018, Taissa desviou, em proveito próprio e dos outros dois denunciados, dinheiro público consistente em sua remuneração recebida pela Alerj, causando, em consequência de sua conduta, um prejuízo ao erário de R$ 249.840,12”, registrou a Promotoria em nota.

Até o fechamento deste texto, a reportagem não havia obtido o posicionamento dos citados. O espaço está aberto para manifestações.

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