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Imagem referente a FGV: IGP-M na 2ª prévia de outubro fica em 2,92% (4,57% na 2ª prévia de setembro)
Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

FGV: IGP-M na 2ª prévia de outubro fica em 2,92% (4,57% na 2ª prévia de setembro)

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de outubro. O IPA-M, que representa os preços no atacado,...

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Por Agência Estado

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Imagem referente a FGV: IGP-M na 2ª prévia de outubro fica em 2,92% (4,57% na 2ª prévia de setembro)
Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 2,92% na segunda prévia de outubro, após ter aumentado 4,57% na segunda prévia de setembro. A informação foi divulgada nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou elevação de 17,74% no ano de 2020 e alta de 20,56% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de outubro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 3,75% em outubro, ante um avanço de 6,36% na segunda prévia de setembro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, subiu 0,71% na segunda prévia de outubro, depois da alta de 0,38% na segunda prévia de setembro. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 1,50% na segunda prévia de outubro, após uma elevação de 0,98% na segunda prévia de setembro.

Os aumentos nas passagens aéreas e nos alimentos aceleraram a inflação ao consumidor na segunda prévia de IGP-M. No IPC-M, cinco das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação, que passou de 0,40% na segunda leitura de setembro para aumento de 3,05% na segunda prévia de outubro. O item passagem aérea saiu de 6,74% para 33,57% no período.

Os demais acréscimos ocorreram nas taxas dos grupos Alimentação (de 0,80% para 1,66%), Saúde e Cuidados Pessoais (de -0,50% para 0,11%), Vestuário (de -0,73% para 0,40%) e Comunicação (de 0,01% para 0,06%). Houve influência dos itens: hortaliças e legumes (de -4,29% para 1,09%), plano e seguro de saúde (de -2,40% para 0,00%), roupas (de -0,76% para 0,43%) e tarifa de telefone residencial (de 0,00% para 1,10%).

Na direção oposta, as taxas foram mais baixas nos grupos Transportes (de 0,94% para 0,01%), Habitação (de 0,48% para 0,31%) e Despesas Diversas (de 0,29% para 0,14%), sob impacto de itens como gasolina (de 3,19% para -0,74%), tarifa de eletricidade residencial (de 0,45% para 0,13%) e serviços bancários (de 0,18% para 0,10%).

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de setembro a 10 de outubro. No dado fechado do mês de setembro, o IGP-M teve elevação de 4,34%.

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