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Origens Paraná realizou exposição de produtos no Mercado Municipal de Curitiba

Público teve a oportunidade de conhecer e degustar nove alimentos e bebidas que já possuem ou estão pleiteando o registro de Indicação Geográfica... ...

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Por Maycon Corazza

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O Sebrae/PR promoveu no último sábado (19), no Mercado Municipal de Curitiba, a Exposição Origens Paraná, com a presença de nove produtos de diferentes regiões do Paraná que já possuem, estão pleiteando os registros de Indicação Geográfica ou trabalham o conceito de Marcas Coletivas.

Durante a manhã e início da tarde, o público que compareceu ao hall de entrada do Mercado Municipal de Curitiba teve a oportunidade de conhecer e interagir com os próprios produtores, entender a origem e os processos de fabricação dos alimentos e a sua importância para as diferentes regiões do Paraná, além de degustar os alimentos. O evento foi gratuito e aberto ao público.

A coordenadora estadual de agronegócio do Sebrae/PR, Andreia Claudino, ressaltou a importância do contato direto entre os público e os produtores rurais. “A nossa intenção foi permitir que o consumidor conheça mais sobre os produtos do Origens Paraná, entenda seus processos, diferenciações e histórias, contadas pelos próprios produtores. Esse contato traz um valor especial devido à experiência entre consumidor e produtor”, explica.

Estiveram presentes os produtores da goiaba de Carlópolis, café do Norte Pioneiro, mel do Oeste do Paraná e erva-mate de São Mateus do Sul (produtos que já possuem Indicações Geográficas), cachaça de Morretes, o ginseng de Querência do Norte, a bala de banana de Antonina, o trigo de origem de Irati e o porco moura (produtos que se preparam para pleitear a IG ou que já têm processo para obtenção do registro).

Fernanda Boschetti representou a Coofamel, de Santa Helena, especializada na produção de mel, e que obteve o registro de Indicação Geográfica em 2017. A cooperativa representa 279 associados do oeste do Paraná. Fernanda apresentou ao público o mel da abelha africana com ferrão e das abelhas sem ferrão, conhecidas como Jataí. Ela elogiou a iniciativa do grupo Origens Paraná de poder apresentar os produtos no Mercado Municipal.

“Esse trabalho com o Sebrae é muito importante e esse é um canal que nos ajuda na divulgação do produto e amplia nossos canais de comercialização. Também tivemos contato com o pessoal que já conhecia o produto, mas não a organização da cooperativa em si. Então, foi importante para o aspecto institucional e associativo também”, afirmou ela.

Quem ainda está buscando o registro da IG também comemorou o espaço. Sadi Poletto, diretor da Casa Poletto, de Morretes, no litoral, apresentou as cachaças ouro e prata, a linha premium, licores e souvenirs. Segundo ele, a oportunidade permite que o público possa valorizar mais a bebida produzida no Paraná. “O espaço nos coloca em contato direto com os consumidores e gera a oportunidade de explicar mais sobre os diferentes tipos de cachaça que produzimos e de fazer com que o público valorize ainda mais os produtos que oferecemos”, ressalta.

Os produtos expostos já possuem ou estão pleiteando a Indicação Geográfica, registro concedido pelo INPI que reconhece produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, com valor intrínseco e identidade própria. O registro distingue os produtos dos similares disponíveis no mercado e é um sinal de reconhecimento da qualidade do produto em todo o mundo.

O Grupo Origens Paraná, idealizado pelo Sebrae/PR, reúne produtores rurais e representantes de diversas entidades públicas e privadas, para estimular e promover o tema das Indicações Geográficas e Marcas Coletivas no estado. A cada dois meses, o grupo se reúne em Curitiba para debater as especificações, trocar experiências e planejar ações sobre o tema no estado.

Hoje, o Paraná possui sete territórios com registro de IG: São Mateus do Sul com a erva mate e derivados, Norte Pioneiro com os cafés especiais, Carlópolis com a goiaba de mesa, Oeste do Paraná como mel, Witmarsun com o queijo colonial, Marialva com as uvas finas de mesa e Ortigueira com o mel. Outros cinco territórios estão pedidos prestes a serem protocolados e ou sendo analisados pelo INPI: Capanema com melado e derivados, Morretes com a cachaça, Antonina com a bala de banana (apesar de recentemente indeferido, já está com novo processo em andamento) e o Litoral com barreado e farinha de mandioca.

 O texto é da assessoria de imprensa.

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