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O novo normal do capitão

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Vem se refletindo nas pesquisas que apontam um vertiginoso crescimento de sua aprovação pessoal a mudança de comportamento do presidente Jair Bolsonaro, que parou de confrontar o Supremo Tribunal Federal e brigar com o Congresso Nacional para inaugurar um tempo de maior harmonia nas relações entre os três poderes e garantir uma governabilidade mais produtiva, o que é extremamente benéfico para o país.

Perto das desavenças que até há poucas semanas pareciam incontornáveis, foi uma reviravolta radical, que ganhou elogios até de seus mais ferrenhos opositores.

Bolsonaro só deveria evitar exageros nos afagos para não virar presa fácil dos oportunistas especializados em criar dificuldades para vender facilidades.

Foi um sinal de constrangedora submissão, por exemplo, ele ter ido confraternizar com os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, em um encontro que ficou marcado por abraços calorosos, típicos de velhos e bons amigos, para obter a aprovação de ambos ao tal desembargador que ele escolheu para a vaga do decano Celso de Mello no STF.

Também é preocupante a forma sôfrega com que o presidente se entrega de corpo, alma, espírito e coração para os partidos do Centrão, passando a impressão de que tem uma dependência mortal do polêmico bloco.

Ainda que isso seja verdade, ele deveria ao menos fingir que não precisa tanto assim daquela turma pra se valorizar um pouco mais.

Não existe nada mais corrosivo para a autoridade de um líder político do que demonstrar suas fraquezas.

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