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Imagem referente a Real ganha força contra dólar diante de alívio em ruídos políticos sobre fiscal
Foto: Marcelo Casal Jr

Real ganha força contra dólar diante de alívio em ruídos políticos sobre fiscal

“A semana tem início mais leve, tanto no exterior quanto no Brasil, principalmente após sinais aparentes de melhora na articulação política no sentido de respeito às...

Publicado em

Por Agência Estado

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Imagem referente a Real ganha força contra dólar diante de alívio em ruídos políticos sobre fiscal
Foto: Marcelo Casal Jr

O real foi a moeda emergente que mais ganhou força frente ao dólar na comparação com seus pares, considerando uma cesta de 34 divisas mais líquidas, na sessão desta segunda-feira, 5. De acordo com especialistas no mercado de câmbio, houve uma correção técnica no exterior que enfraqueceu a divisa americana, com os investidores também de olho na melhora do presidente Donald Trump, que recebeu alta médica e deve deixar o hospital ainda hoje. Porém, foi a perspectiva – mesmo que pontual – de alívio nos ruídos políticos domésticos, principalmente ligados aos riscos fiscais, que ajudaram o real a se valorizar. Nesse sentido, o dólar fechou em queda de 1,82%, cotado a R$ 5,5673.

“A semana tem início mais leve, tanto no exterior quanto no Brasil, principalmente após sinais aparentes de melhora na articulação política no sentido de respeito às regras fiscais”, ressalta o estrategista da RB Investimentos, Gustavo Cruz.

Na sua avaliação, tem peso positivo sobre a decisão dos agentes que se desfazem da moeda americana, levando a um momento de valorização do real, o jantar-reunião agendado entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), hoje à noite. “Maia quer sair da presidência da Câmara com selo de reformista. Por mais que tenham trocado farpas (Maia e Guedes), é interesse fazer as pazes com a equipe econômica para avançar na agenda que ele (Maia) tem interesse”, afirmou o estrategista.

No início da tarde de hoje, as declarações do senador Márcio Bittar (MDB-AC), de que a proposta de financiamento do novo programa social do governo, o Renda Cidadã, vai respeitar o teto de gastos, deram motivos para a busca por risco nos mercados. O Ibovespa ganhou fôlego para uma alta que levou o principal índice da B3 à oscilar na casa dos 96 mil pontos, enquanto o dólar aprofundou o ritmo de queda que, na mesma sessão, levaria a moeda a operar mais perto da mínima do dia (R$ 5,5513).

“Soluções, quaisquer que sejam, serão dentro do teto”, disse Bittar, ressaltando que a ideia é apresentar proposta quarta-feira de manhã. O senador disse ainda que “toda demanda tem que passar por carimbo da equipe de Paulo Guedes”.

Muito embora o peso local tenha pautado o dia, por volta de 40 minutos antes do fechamento da sessão à vista, o dólar acelerou o ritmo de queda ante o real com a confirmação de que o presidente Trump sairá do hospital hoje, por volta das 19h30, pelo horário de Brasília. Trump declarou estar se “sentindo muito bem”. Com isso, a moeda americana acelerou o ritmo de queda tanto em relação a divisas fortes quanto a emergentes, registrando mínimas na casa dos R$ 5,55 – o menor nível intraday desde 28 de setembro último.

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