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Vai um chinês na taça?

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Certamente não deve ser novidade pra ninguém que os chineses, cada vez mais endinheirados pelo amplo domínio do comércio global, já figuram entre os maiores consumidores mundiais de vinhos finos.

Não é à toa, aliás, que a importação da bebida no país, de 2000 a 2011, cresceu impressionantes 26.000%.

O que pouca gente sabe é que eles já começam a se sobressair também entre os bons produtores.

Um de seus tintos em destaque, o Ao Yun 2016, vinificado nos moldes dos cortes de Bordeaux, pertence a uma vinícola instalada nas montanhas da província de Yunnan, controlada pelo grupo francês LVMH, dono de diversas grifes de luxo.

Vendido na Inglaterra por 195 libras a garrafa, o blend feito com as uvas cabernet sauvignon, cabernet franc, syrah e petit verdot recebeu 96 pontos (de um máximo de 100) do renomado crítico americano James Suckling.

Outro rótulo chinês muito elogiado pelos conhecedores é o Purple Air Comes from the East 2016, um cabernet sauvignon comercializado por 150 libras, produzido na província de Ningxia, no sudoeste de Pequim, pelo Chateau Changyu Moser XV.

Fundado em 2013 por uma tradicional família de vinicultores austríacos ao custo de 70 milhões de euros, o magnífico empreendimento (mostrado na foto que ilustra a nota), está situado na mais antiga vinícola do país, com quase 130 anos de história.

Em resumo, até mesmo a produção de vinhos de alta gama virou um negócio da China.


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