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Ainda na fase de transição, em dezembro de 2018, o então futuro ministro da Economia causou uma das primeiras polêmicas do novo governo com a frase...

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Por Caio Gottlieb

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Pra começo de conversa, o Paulo Guedes tinha mesmo razão.

Ainda na fase de transição, em dezembro de 2018, o então futuro ministro da Economia causou uma das primeiras polêmicas do novo governo com a frase “Tem que meter a faca no Sistema S”, ao pregar a necessidade de redução dos recursos (oriundos de impostos) repassados ao Senai, Sesc, Sesi e Sebrae, que acusou de praticarem malversação financeira e desvios de finalidade.

Nas últimas semanas, o tema voltou à tona com a operação do Ministério Público Federal que desvendou a roubalheira milionária na Fecomércio do Rio de Janeiro, esquema que tinha a participação até dos advogados que defendem Lula na Lava Jato, e com a escandalosa revelação de que as unidades das citadas entidades em diversos estados têm dezenas de cargos remunerados com megassalários na faixa de 50 mil a 150 mil reais, notícias que provocaram forte indignação nos meios empresariais.

Um caso emblemático, por sinal, ocorreu na Federação das Indústrias do Estado Paraná: o ex-presidente Edson Campagnolo é acusado de ter embolsado salários de mais de 100 mil reais por mês, pagos em forma de “verba de representação” para driblar impedimentos legais. A denúncia está sendo investigada desde o ano passado pelo Tribunal de Contas da União porque a FIEP também é mantida com dinheiro do Sistema S.

A estas alturas, o ministro já deve estar afiando a lâmina para cortar fundo e acabar com os desmandos que maculam instituições que prestam bons serviços para o desenvolvimento social e econômico do país.

Nós, que estamos pagando a conta da farra, aplaudiremos de pé.

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