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Imagem referente a INCC-M de setembro acelera a 1,15%, após 0,82% em agosto, revela FGV

INCC-M de setembro acelera a 1,15%, após 0,82% em agosto, revela FGV

Em setembro, o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 2,40%, acelerando ante o crescimento de 1,18% no mês anterior, sendo que Materiais e Equipamentos passou de...

Publicado em

Por Agência Estado

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Imagem referente a INCC-M de setembro acelera a 1,15%, após 0,82% em agosto, revela FGV

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou variação positiva de 1,15% em setembro, uma aceleração ante a alta de 0,82% registrada em agosto. No ano, o INCC-M acumula alta de 4,57%, número que é de 5,01% nos 12 meses até setembro, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em setembro, o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 2,40%, acelerando ante o crescimento de 1,18% no mês anterior, sendo que Materiais e Equipamentos passou de crescimento em 1,43% no mês passado para 2,97% agora. Todos os subgrupos que o compõem apresentaram variações positivas maiores do que as ocorridas em agosto, com destaque para materiais para estrutura (1,78% para 2,96%) e materiais para instalação (2,25% para 5,59%).

Já a taxa relacionada a serviços desacelerou, passando de 0,20% em agosto para 0,13%. Aqui, o destaque vai para o item projetos, que foi de 0,52% para 0,14%.

O outro grupo componente no INCC-M, Mão de Obra, foi de crescimento de 0,52% em agosto para alta de 0,06% em setembro.

Capitais

Das sete capitais pesquisadas pela FGV, somente o Rio de Janeiro apresentou em setembro uma taxa de crescimento inferior à de agosto (1,27% para 0,93%). Houve aceleração em Salvador (0,60% para 0,99%), Brasília (0,57% para 0,89%), Belo Horizonte (0,97% para 1,46%), Recife (1,33% para 2,13%), Porto Alegre (0,34% para 1,28%) e São Paulo (0,86% para 1,06%).

Influências individuais

As principais influências positivas no INCC-M de setembro vieram de tubos e conexões de PVC (0,76% para 11,20%), cimento Portland comum (4,83% para 5,80%), esquadrias de alumínio (1,26% para 4,97%) e condutores elétricos (7,73% para 8,08%).

A FGV destacou somente a tinta a óleo (0,32% para -0,27%) como principal influência negativa para o índice.

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