
Jovem que teve perna amputada em acidente precisa recorrer à justiça para receber Dpvat
Apesar das sequelas graves, Seguradora Líder não garantiu pagamento...
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Por Mariana Lioto
Amputação da perna, fraturas no rosto, traumatismo craniano, avulsão de dentes e cortes em várias partes do corpo. Esses foram os ferimentos que um jovem de Cascavel sofreu em julho do ano passado e mesmo assim teve negado o pagamento do Dpvat (Danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre), devido a qualquer pessoa que sofrer um acidente de trânsito com sequelas permanentes.
O jovem Hugo José dos Santos Pacheco precisou recorrer a justiça e na última semana a sentença confirmou que ele tem direito a indenização de R$ 13.500 do seguro, já que houve invalidez permanente, além de dano moral de R$ 4 mil pela dificuldade em receber o que era de direito.
“O caso ora em análise será regido pela norma vigente na data em que ocorreu o acidente. Não resta dúvida do direito do Autor de receber os valores referentes ao seguro obrigatório DPVAT”, diz a sentença.
A Seguradora Líder, responsável pelo pagamento, chegou a dizer que o veículo não tinha seguro pago, mas foi confirmado que o seguro de 2018 estava quitado e o entendimento é que a indenização deve ser paga à vítima, independente de o imposto estar em dia.
A família de Hugo ainda busca por justiça pelo caso dele e de outras vítimas do trânsito.
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