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Sem papas na língua

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Ganhou grande repercussão na imprensa mundial a entrevista que Jorge Mario Bergoglio concedeu dias atrás a um conhecido escritor e gourmet italiano.

No trecho que mais chamou a atenção, ao discorrer sobre os prazeres da vida, ele afirmou que “a Igreja condenou os prazeres desumanos, grosseiros, vulgares, mas por outro lado sempre aceitou os prazeres humanos, sóbrios, morais. O prazer vem diretamente de Deus, não é católico, nem cristão, nem nada parecido, é simplesmente divino.”

Falou mais: “O prazer de comer serve para manter uma boa saúde, da mesma forma que o prazer sexual serve para embelezar o amor e garantir a continuidade da espécie.”

Nada de novo, nada mais racional, nada mais óbvio e indiscutível.

A declaração só provocou espanto porque Bergoglio, se você não lembra, é ninguém menos do que o Papa Francisco.

O Sumo Pontífice, com sua opinião clara e sincera, deu uma inestimável contribuição para acabar com a hipocrisia com que o tema é tratado pelas religiões de um modo geral.

Como ele mesmo diz, “nesse assunto não há lugar para moralidade excessiva”.

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