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Fernanda Montenegro, sobre condenação da cultura: ‘retrocesso gigantesco’

Questionada se a pandemia vai ser o ponto de transição para valorização da arte no Brasil, a atriz comentou: “Essa pandemia… Vamos deixá-la de lado? Quero...

Publicado em

Por Agência Estado

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A atriz Fernanda Montenegro falou sobre o valor dado para a cultura no Brasil durante coletiva online da série Amor e Sorte, da Globo, realizada nesta quarta-feira, 2.

Questionada se a pandemia vai ser o ponto de transição para valorização da arte no Brasil, a atriz comentou: “Essa pandemia… Vamos deixá-la de lado? Quero falar da condenação que está havendo em torno da cultura. Isso é uma imbecilidade, uma pretensão, um retrocesso gigantesco e trágico.”

“Nós não vamos acabar. A cultura de um país, a cultura que existe no mundo, é o que um homem pode aspirar de transcendência. Tudo bem deixar a imbecilidade se propor, mas nós estamos completamente vivos, atuantes.”, continuou.

Em seguida, prosseguiu: “Não é que vamos ‘renascer’ – nós não deixamos de existir. Estamos existindo, sim. Com um interregno, aí, mas não seremos nós que vamos ficar no fundo da terra. Não seremos, mesmo.”

“É só ter paciência e fingir que não estamos levando a vida que sempre levamos. É só dar um tempo. É um ciclo que vai passar. E estamos vivos, sim, produzindo, sim, com maior dificuldade, interferência, maior destrutividade em volta, tudo bem.”, analisou a atriz.

“Isso já aconteceu muitas vezes através da história. Não sei porque chegamos a esse ponto. Somos ‘imorredores’. Não estou assustada, não. É só um problema de paciência. Fingir que talvez eles vão ter algum poder durante algum tempo. Não têm, não, imagina”, contou a atriz, que tem 90 anos de idade.

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