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Imagem referente a Criação de estatal para viabilizar venda da Eletrobrás eleva dotação de ministério em 2021

Criação de estatal para viabilizar venda da Eletrobrás eleva dotação de ministério em 2021

Poder Executivo terá apenas R$ 92 bilhões para despesas discricionárias em 2021 ...

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Por CGN 2

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Imagem referente a Criação de estatal para viabilizar venda da Eletrobrás eleva dotação de ministério em 2021

O Poder Executivo terá apenas R$ 92 bilhões para despesas discricionárias em 2021, montante que terá uso livre para custeio da máquina pública ou para investimentos. O valor equivale a apenas 6% das despesas – os outros 94% são todos gastos obrigatórios por lei.

Na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) encaminhada ao Congresso Nacional na segunda-feira (31), o governo incluiu nessa conta mais R$ 4 bilhões, para que o Ministério das Minas e Energia possa capitalizar uma nova estatal.

Essa empresa deverá absorver ativos da Itaipu Binacional e da Eletrobrás Termonuclear a fim de viabilizar a privatização da Eletrobrás, prevista no Projeto de Lei 9463/18, do Executivo. O texto está sob análise de uma comissão especial na Câmara dos Deputados.

Com esses R$ 4 bilhões, o Ministério de Minas e Energia é um dos que terão, segundo a PLOA, maior aumento nas despesas discricionárias em relação às disponibilidades atuais. O primeiro da lista é o das Comunicações, recriado neste ano.

O Ministério das Comunicações foi desmembrado do da Ciência, Tecnologia e Inovações – que, por consequência, deverá ter uma redução de 26% nas despesas discricionárias para o próximo ano. A maior redução, no entanto, será na Presidência da República (-41%).

Avaliações
Dois dos ministérios envolvidos com ações de combate à pandemia do novo coronavírus enfrentarão situações opostas em 2021. O da Cidadania, responsável pelo auxílio emergencial, terá aumento de 24% nas despesas discricionárias. O da Saúde, de 3%.

O senador Marcio Bittar (MDB-AC), indicado para a relatoria do PLN 28/20, avaliou que o Orçamento de 2021 foi influenciado pelas ações tomadas neste ano contra a Covid-19. “Em linhas gerais, é bastante conservador. Veio magro e teremos que tirar gorduras.”

“O governo Jair Bolsonaro apresentou um Orçamento fake”, disse o deputado Paulo Pimenta (PT-RS). “Promete obras de infraestrutura, Renda Brasil, Casa Verde Amarela [moradia popular] e gastos em saúde que a proposta não comporta”, continuou.

As informações são da Agência Câmara de Notícias.

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