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Brasil registra queda nos casos de malária, mas prevenção continua necessária

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Doença transmitida pela picada do mosquito Anopheles ainda afeta milhares de pessoas; diagnóstico rápido e prevenção são fundamentais para evitar complicações.
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Foto: Calendarr

Por Redação

O Dia da Malária nas Américas, celebrado nesta sexta-feira (6), chama a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce de uma doença que ainda representa um desafio para a saúde pública. Apesar dos avanços no combate à transmissão, a malária continua afetando milhares de pessoas no continente.

No Brasil, o cenário apresentou melhora. Dados do Ministério da Saúde apontam que foram registrados 118.037 casos autóctones em 2025, uma redução de 14,8% em relação ao ano anterior. Mais de 99% das infecções com transmissão dentro do país estão concentradas na região amazônica.

Transmissão e sintomas

A malária é causada por parasitos do gênero Plasmodium e transmitida principalmente pela picada da fêmea infectada do mosquito Anopheles, conhecido como mosquito-prego. A doença não passa diretamente de uma pessoa para outra.

Entre os sintomas mais comuns estão febre, calafrios, suor intenso, dor de cabeça, dores no corpo, fraqueza e náuseas. Em casos graves, pode provocar anemia intensa, convulsões, comprometimento de órgãos e até levar à morte.

Pessoas que estiveram em regiões com transmissão devem informar esse histórico ao procurar atendimento médico caso apresentem sintomas, mesmo que eles apareçam dias ou semanas depois da viagem.

Prevenção e diagnóstico

A confirmação da doença é feita por exames de sangue, e o tratamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A identificação rápida é essencial para iniciar a medicação adequada e reduzir o risco de complicações.

Para prevenir a infecção, as recomendações incluem utilizar repelentes, roupas que protejam braços e pernas, telas em portas e janelas e mosquiteiros. Os cuidados devem ser reforçados principalmente em áreas de mata e regiões onde há circulação do mosquito transmissor.

A data reforça que, mesmo com a redução dos casos em algumas regiões, a informação e o acesso rápido aos serviços de saúde continuam sendo fundamentais para combater a malária e evitar mortes.

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