Corpo de Lucas Festugato Canto será cremado em Cascavel; não haverá velório nem sepultamento
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Por Allan Machado
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A família do engenheiro civil e empresário Lucas Festugato Canto, de 27 anos, decidiu pela cremação do corpo, sem a realização de velório ou sepultamento. O procedimento está sendo conduzido pelo Cemitério Jardins, em Cascavel, cidade onde Lucas nasceu e viveu durante muitos anos.
Por critérios internos da administração, não foi possível confirmar quando a cremação será realizada. O processo poderá ocorrer ainda nesta quinta-feira (5) ou na sexta-feira (6). O cemitério não está autorizado a divulgar informações sobre o horário ou o andamento do procedimento.
Lucas morreu na tarde de quarta-feira (4), após se envolver em um grave acidente de motocicleta na BR-277, no quilômetro 153, em um trecho próximo aos municípios de Balsa Nova e Palmeira, nos Campos Gerais do Paraná. A motocicleta conduzida pelo jovem bateu contra um caminhão.
De acordo com informações da concessionária Via Araucária, responsável pelo trecho da rodovia, a morte foi constatada ainda no local do acidente. Equipes de resgate da concessionária, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Científica foram mobilizadas para atender à ocorrência.
Após os trabalhos no local, o corpo foi encaminhado ao necrotério da Polícia Científica de Ponta Grossa. O reconhecimento oficial foi realizado pelos familiares nesta quinta-feira (5), quando o pai de Lucas, o médico Ildemar Canto, esteve na cidade para fazer os procedimentos necessários à liberação do corpo.
A morte do jovem causou comoção em Cascavel, principalmente pela trajetória profissional e familiar. Lucas era filho do médico Ildemar Canto, conhecido na área da saúde do município. Ele é o atual diretor executivo financeiro do Hospital São Lucas, já ocupou o cargo de secretário municipal de Saúde e presidiu a Unimed Cascavel entre 2001 e 2006. Também atua na 10ª Regional de Saúde.
Formado em Engenharia Civil, Lucas também era piloto de avião e empresário. Embora residisse atualmente em Curitiba, onde concluiu a formação em Engenharia Civil, ele passou boa parte da vida em Cascavel, onde mantinha vínculos familiares e pessoais.
Com a decisão da família pela cremação, não haverá cerimônia de despedida com velório nem sepultamento. O procedimento ficará sob responsabilidade do Cemitério Jardins, em Cascavel.