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Lucas Evangelista explica por que reclamou de mão junto com jogadores do Vasco: 'Foi mal'

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“Eu juro que vi a bola batendo na mão do jogador deles rapaziada, foi mal”, escreveu na publicação de um perfil no Instagram chamado midiadopalestra.

Por Agência Estado

A reação de Lucas Evangelista no lance do possível toque de mão de Barboza chamou atenção durante o confronto entre Palmeiras e Vasco pela Copa do Brasil, neste domingo. Ao acompanhar a disputa pela bola entre seu companheiro e Lescano, o meio-campista gesticulou em direção ao árbitro, em uma atitude interpretada como reconhecimento de uma possível penalidade contra o próprio Palmeiras. Nas redes sociais, o jogador comentou a situação com bom humor.

“Eu juro que vi a bola batendo na mão do jogador deles rapaziada, foi mal”, escreveu na publicação de um perfil no Instagram chamado midiadopalestra.

O lance ocorreu aos quatro minutos do segundo tempo da partida de ida da semifinal da competição. Na ocasião, Lescano tentou passar por Barboza dentro da área, mas o defensor palmeirense acabou tocando na bola com a mão. Os jogadores do Vasco reclamaram de pênalti, mas Daronco mandou o jogo seguir, sem intervenção do VAR.

Com a repercussão da jogada, Evangelista esclareceu que havia entendido que a bola tinha tocado na mão de um jogador adversário, e não na de seu companheiro de equipe. O Palmeiras venceu o confronto por 1 a 0, com gol de Maurício, e agora terá a vantagem do empate na partida de volta, marcada para domingo, 8, às 17h (de Brasília), em São Januário.

DIRETOR DO VASCO CRITICOU ATUAÇÃO DE DARONCO E QUESTIONOU O VAR
A arbitragem também foi alvo de fortes reclamações por parte da diretoria cruz-maltina. Após a partida, o diretor de futebol do Vasco, Admar Lopes, classificou a atuação de Anderson Daronco como “vergonhosa” e apontou uma diferença de critérios na aplicação dos cartões durante o confronto.

Um dos lances citados pelo dirigente aconteceu logo no primeiro minuto, quando Colidio sofreu uma falta de Murilo enquanto iniciava um contra-ataque. Admar questionou a ausência de cartão amarelo ao palmeirense e comparou a situação à advertência recebida por Saldivia, ainda no primeiro tempo, após um empurrão em Jhon Arias no meio de campo.

O diretor também contestou a falta de intervenção do VAR em dois momentos: no possível pênalti por toque de mão de Barboza, no início da segunda etapa, e na expulsão de Saldivia.

“O que que o VAR está fazendo no futebol? … O VAR serve como auxílio da arbitragem. E dois lances que foram capitais, o segundo amarelo e a expulsão do Saldivia que ele não interveio, além do lance de pênalti da mão de Barboza com Lescano”, afirmou.

Ao final da manifestação, Admar pediu atenção à CBF na escolha da equipe de arbitragem para o jogo de volta da semifinal. O dirigente afirmou que os erros apontados poderiam ter influência direta na definição de um dos finalistas.

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