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Pastoras estadunidenses visitam Cadeia Feminina de Alto Paraná

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Durante a visita, as representantes religiosas compartilharam testemunhos e mensagens de fé, esperança e superação.
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Foto: Reprodução/CGN

Por Diego Cavalcante

Atualizado em

A Cadeia Pública Feminina de Alto Paraná recebeu, nesta quinta-feira (22), a visita de um grupo de pastoras dos Estados Unidos, em uma ação promovida pela Igreja CIA, de Maringá, por meio do projeto Movidas por Amor Internacional. A atividade teve como objetivo proporcionar momentos de acolhimento, reflexão e assistência religiosa às mulheres privadas de liberdade.

Durante a visita, as representantes religiosas compartilharam testemunhos e mensagens de fé, esperança e superação. A ação contou com a participação de todas as mulheres privadas de liberdade da unidade, garantindo às custodiadas a oportunidade de acompanhar as atividades, que incluíram momentos de oração e diálogo sobre temas relacionados à valorização da vida, ao perdão e à possibilidade de recomeço.

A iniciativa proporcionou às participantes o contato com mulheres de diferentes culturas e nacionalidades, ampliando as oportunidades de interação e troca de experiências no ambiente prisional.

O coordenador regional da PPPR em Maringá, Júlio César Vicente Franco, ressaltou a importância de iniciativas que promovem a assistência religiosa e contribuem para o processo de reintegração social. “Essas ações demonstram a importância da parceria entre a Polícia Penal e a sociedade civil no desenvolvimento de atividades que vão além da custódia. Nosso trabalho também envolve garantir condições para que as pessoas privadas de liberdade tenham acesso a oportunidades de reflexão, desenvolvimento pessoal e reconstrução de suas trajetórias. A ressocialização é uma parte fundamental da nossa missão institucional”, destacou.

Segundo a policial penal e gestora da Cadeia Pública Feminina de Alto Paraná, Sandreli Ortiz Frasson, iniciativas dessa natureza contribuem para o processo de reintegração social ao estimular a autoestima e a construção de novas perspectivas de vida. “Momentos como esse colaboram com a reinserção ao meio social, pois valorizam a pessoa humana e possibilitam que as mulheres privadas de liberdade tenham contato com experiências, testemunhos e mensagens capazes de despertar novos propósitos para suas vidas. São ações que fortalecem a autoestima, renovam a esperança e mostram que sempre existe a possibilidade de recomeçar e construir uma nova história”, afirmou.

Para Carla Alvarenga, integrante do projeto Movidas por Amor Internacional, a visita representou uma oportunidade de compartilhar mensagens de fé e esperança, além de aproximar mulheres de diferentes nacionalidades por meio da espiritualidade. “Foi uma experiência muito marcante, de emoção, fé e amor. Tivemos a oportunidade de levar a Palavra de Deus a essas mulheres e mostrar que, independentemente de suas histórias, todas merecem acolhimento e uma nova oportunidade. Acreditamos que o amor de Deus ultrapassa fronteiras e que, mesmo em situação de privação de liberdade, é possível encontrar esperança, perdão e caminhos para um novo começo”, finalizou.

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