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Fome, desigualdade e desperdício entram em debate no Dia Mundial da Alimentação

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A comemoração foi criada para marcar o aniversário da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), fundada em 16 de outubro de 1945.
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Foto: Juan Carlos Tamayo | Pexels

Por Redação

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O Dia Mundial da Alimentação é lembrado nesta sexta-feira (16) e chama a atenção para um desafio que vai além de colocar comida na mesa: garantir que todas as pessoas tenham acesso regular a alimentos suficientes, seguros e nutritivos. A data também propõe uma reflexão sobre a fome, a desigualdade social, o desperdício e a sustentabilidade na produção de alimentos.

A comemoração foi criada para marcar o aniversário da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), fundada em 16 de outubro de 1945. A celebração anual foi estabelecida em 1979, durante uma conferência da organização, e teve a primeira edição realizada em 1981. Desde então, a data passou a mobilizar campanhas e ações de conscientização em diferentes países.

O acesso à alimentação adequada depende de fatores que vão além da disponibilidade de produtos. Renda familiar, preço dos alimentos, acesso a mercados, condições de transporte e distribuição e até eventos climáticos extremos podem dificultar a chegada de comida de qualidade à mesa de muitas famílias.

Outro ponto destacado pela data é o desperdício. Perdas durante a produção, o armazenamento, o transporte e o consumo representam um desafio para a segurança alimentar. Planejar as compras, conservar os alimentos corretamente e aproveitar os produtos de forma segura são atitudes que ajudam a reduzir descartes desnecessários.

O Dia Mundial da Alimentação também valoriza o trabalho de agricultores, pescadores e demais profissionais envolvidos na produção e na distribuição dos alimentos. A data reforça que combater a fome exige ações conjuntas, com políticas públicas, produção sustentável e iniciativas que ampliem o acesso a uma alimentação adequada. Mais do que uma lembrança no calendário, é uma oportunidade de refletir sobre um direito essencial para a saúde, a dignidade e a qualidade de vida.

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