“Conseguimos reverter o quadro": homem de 51 anos fica em estado grave após queda em Cascavel
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Por Allan Machado
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Um homem de 51 anos foi socorrido em estado grave após sofrer uma queda em via pública na tarde deste domingo (11), na região sul de Cascavel. A vítima chegou a apresentar uma parada cardiorrespiratória, mas a equipe médica conseguiu reverter o quadro após realizar manobras de reanimação ainda na rua.
A ocorrência foi registrada na Rua Presidente Emílio Garrastazú Médici, no bairro Cascavel Velho. De acordo com o médico Clederson Bittencourt, populares solicitaram ajuda ao perceberem que o homem estava imóvel e aparentava estar passando mal.
“Durante a triagem mesmo, os populares solicitaram atendimento para a vítima, que, no princípio, não estava se mexendo. Estava gelado, meio arroxeado”, relatou o médico ao explicar como a situação chegou ao conhecimento das equipes de socorro.
Segundo Clederson, as pessoas que estavam no local não souberam explicar com precisão o que havia acontecido. Por isso, foram orientadas a verificar se o homem apresentava algum sinal de vida. Na avaliação inicial, foi constatado que a vítima estava quente, apresentava um ferimento no nariz e respirava, mas não conseguia conversar.
Diante das informações, a equipe de atendimento foi mobilizada para avaliar o paciente. Ao chegar ao endereço, os profissionais identificaram que o homem havia entrado em parada cardiorrespiratória, o que exigiu o início imediato das manobras de reanimação.
“Chegando lá, a equipe indicou que a vítima estava em parada cardiorrespiratória. Nós iniciamos a reanimação ali mesmo na rua. Depois de alguns ciclos, tivemos êxito no retorno da circulação espontânea. Ele voltou, o coração dele voltou a bater”, explicou o médico.
Após a resposta positiva aos procedimentos, a equipe conseguiu estabilizar o paciente ainda no local. Na sequência, o homem foi encaminhado ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), onde passaria por uma avaliação médica mais detalhada e receberia atendimento especializado.
O médico destacou que, após a estabilização inicial, os profissionais dariam continuidade à avaliação do quadro clínico para compreender melhor o que havia acontecido com a vítima. A causa da parada cardiorrespiratória não foi confirmada até o momento.