Envelhecer também é construir: o que o Dia da Pessoa Idosa convida a sociedade a enxergar
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Por Redação
Envelhecer é uma experiência que começa muito antes de alguém receber o título de “idoso”. Nesta quinta-feira (1º), o Dia Internacional das Pessoas Idosas chama atenção para essa trajetória e para a importância de garantir que o avanço da idade venha acompanhado de dignidade, autonomia, cuidado e participação na sociedade.
A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas em 1990 e passou a ser celebrada anualmente em 1º de outubro. No Brasil, a mesma data também é reconhecida como Dia Nacional da Pessoa Idosa desde 2006.
Mais que idade, uma história inteira
No Brasil, a legislação considera idosa a pessoa com 60 anos ou mais e assegura direitos relacionados à saúde, proteção, transporte, atendimento e participação social. O Ministério da Saúde destaca que a responsabilidade pela proteção da pessoa idosa é compartilhada entre família, comunidade, sociedade e poder público.
A data, portanto, não fala apenas sobre envelhecimento. Fala também sobre como uma cidade recebe quem já atravessou muitas fases da vida. Afinal, chegar aos 60, 70, 80 ou mais não significa sair de cena. Significa carregar uma quantidade considerável de histórias, experiências e, em muitos casos, opiniões que ninguém pediu, mas que continuam chegando com impressionante precisão.