Antes de ser trilha sonora, música já era uma forma de contar histórias
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Por Redação
Há quem precise de silêncio para pensar. Há quem precise de música. E há quem coloque uma canção para tocar enquanto faz absolutamente qualquer coisa, inclusive aquilo que poderia fazer em silêncio. Nesta quinta-feira (1º), o calendário celebra o Dia Internacional da Música, uma data dedicada a uma das manifestações artísticas mais presentes na vida cotidiana.
A celebração foi criada por iniciativa do Conselho Internacional de Música e teve sua primeira comemoração em 1975. A proposta era ampliar o acesso à música e promover, por meio dela, valores como paz e amizade entre os povos. O conselho foi fundado em 1949 com apoio da UNESCO.
Do batuque ao fone de ouvido
Muito antes dos aplicativos escolherem a próxima faixa, a música já acompanhava rituais, festas, despedidas, romances e momentos de trabalho. Mudaram os instrumentos, os formatos e a maneira de ouvir, mas permaneceu a capacidade de transformar uma sequência de sons em memória.
Hoje, uma música pode atravessar décadas em poucos segundos. Pode ser descoberta em um vídeo, ressuscitada por uma lembrança ou simplesmente aparecer naquele momento em que ninguém pediu, mas ela parecia saber exatamente o que estava acontecendo. No fim, talvez seja essa a graça: a música não precisa de tradução para fazer parte da história de alguém.