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Cantor paraense Davi Leão morre aos 40 anos após parada cardíaca

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Davi construiu sua trajetória nos palcos de Belém, onde se destacou principalmente na cena de pop e rock.

Por Agência Estado

O cantor paraense Davi de Leão Reis, conhecido artisticamente como Davi Leão, morreu aos 40 anos, no último domingo, 13, em Curitiba, no Paraná. Ex-vocalista das bandas paraenses Red Velvet e Quadraphonic, o músico estava internado no Hospital das Clínicas e sofreu uma parada cardíaca após apresentar um quadro de sepse, uma infecção grave que pode provocar uma resposta generalizada do organismo. O diagnóstico havia sido feito na semana passada.

Davi construiu sua trajetória nos palcos de Belém, onde se destacou principalmente na cena de pop e rock. Ao longo da carreira, participou de shows em casas noturnas, festivais e eventos privados, mantendo uma atuação próxima do circuito musical independente da capital paraense.

Em agosto, o cantor havia se mudado para Curitiba com a intenção de recomeçar a carreira profissional na música. A mudança, no entanto, foi interrompida pela internação e pelo agravamento do quadro de saúde.

A notícia da morte repercutiu entre músicos, amigos e fãs que acompanhavam o trabalho do artista. Nas redes sociais, integrantes da cena cultural paraense compartilharam homenagens e mensagens de despedida.

O DJ Dan Botelho lamentou a perda e destacou a relação de amizade que mantinha com o cantor. “Uma perda para a música, para o rock e pela amizade! Davi Leão é o que espero de um músico independente de sua fama: Humildade e amizade! Foi um prazer dividir o palco com você em alguns momentos célebres que tivemos em Parauapebas e Belém! Descanse em paz meu irmão!”, declarou.

Em nota, o Cineclube Paraense também prestou solidariedade aos familiares e amigos e ressaltou a contribuição de Davi para a cena cultural do Pará.

“Davi deixou sua presença nos palcos e na cena musical da cidade, sendo lembrado por amigos, músicos e pelo público que acompanhou sua trajetória. Sua voz e sua passagem pela noite paraense permanecem como parte da memória cultural de uma cidade que tem na música uma de suas mais fortes formas de expressão”, disse o comunicado.

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