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Arcabouço fiscal é a garantia para País de que não há gasto sem controle, afirma Durigan

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Durigan afirmou que de 2023 até o fim de 2025, o impulso fiscal – o quanto o gasto do governo aumentou a demanda agregada – foi na média de 1,3% de aumento.

Por Agência Estado

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira, 11, que o arcabouço fiscal é a garantia para o País de que não há gasto sem controle. “Isso é uma coisa fácil que se coloca por aí, muito analista coloca, mas não é essa a explicação”, afirmou durante entrevista à Band News FM concedida como coordenador da área econômica da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o ministro, o arcabouço garante que a receita é sempre maior do que a despesa.

Durigan afirmou que de 2023 até o fim de 2025, o impulso fiscal – o quanto o gasto do governo aumentou a demanda agregada – foi na média de 1,3% de aumento. “Então não estamos falando de gasto desmesurado”, argumentou.

O ministro ressaltou que em 2026, que é ano de eleição, ele e o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, fizeram um bloqueio no orçamento público de R$ 17 bilhões. “O governo está contendo o gasto em ano de eleição em R$ 17 bilhões. Então, não é verdade que o governo gasta sem limite ou sem regra, é uma fala muito fácil, essa que não condiz com os fatos.”

Ele admitiu, porém, que a dívida aumentou, mas que é “perfeitamente reversível”. “E é uma obsessão que eu tenho. É preciso que a gente estabilize a nossa dívida, ela não deve seguir crescendo no ritmo que cresceu, e passe a diminuir. É natural que a gente busque isso. Agora, nós não podemos buscar isso com resposta fácil”, disse.

O ministro voltou a atribuir o aumento da dívida de 2024 a 2026, à taxa de juros em um patamar alto. “Como a gente discute a taxa de juros do País? Esse é o grande tema, a gente já discutiu isso. Do lado do ministro da Fazenda com compromisso para o futuro, é melhorar o fiscal”, afirmou.

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