CGN - Últimas notícias de Cascavel, Paraná e Brasil
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!

Cury defende Estado 'mínimo', mas rejeita 'ausência de Estado' de Milei

Publicado em

“A escola austríaca é muito interessante.

Por Agência Estado

O candidato à Presidência da República, Augusto Cury (Avante), defendeu nesta segunda-feira, 7, um Estado “mínimo” e fiscalmente responsável, mas afirmou ser contrário ao que classificou como uma “ausência de Estado” defendida pelo presidente da Argentina, Javier Milei. Durante sabatina da Jovem Pan, Cury foi questionado sobre se sua visão econômica estaria mais próxima do keynesianismo, associado a uma maior intervenção estatal, ou da escola austríaca, favorável a uma participação menor do Estado na economia.

“A escola austríaca é muito interessante. E o keynesianismo estimula a intervenção excessiva do Estado. Eu sou contra a intervenção excessiva do Estado”, afirmou o candidato. “Para mim, o Estado tem que ser mínimo, mas ele não tem que ter a ausência de Estado como o Javier Milei prega, e ele nem está conseguindo”, acrescentou.

Cury disse que considera ideal um Estado “responsável fiscalmente”, enxuto e capaz de acelerar processos, como a concessão de licenças.

Segundo ele, a administração pública também deveria estabelecer indicadores de eficiência para diferentes setores.

“O ideal seria um Estado responsável fiscalmente, um Estado enxuto, um Estado rápido, com licenças mais rápidas, e ao mesmo tempo que tem indicadores de eficiência nos mais diversos setores”, disse o candidato do Avante.

Veja também

Notícias Mais Acessadas Agora

Notícias Mais Lidas