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Um mês sem respostas: mãe diz que autor da morte de Igor segue solto em Cascavel após facadas

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Um mês sem respostas: mãe diz que autor da morte de Igor segue solto em Cascavel após facadas

Por Luiz Haab

Atualizado em

Um mês depois de perder o filho de 21 anos, Eliane Santos ainda tenta entender por que Igor Luan Santos da Rocha não está mais em casa. O jovem foi morto a facadas nas primeiras horas do dia 1º de agosto, em uma lanchonete na Rua Potiguaras, no Bairro Santa Cruz, em Cascavel. Nesta terça-feira (1º), exatamente 30 dias após o crime, a mãe afirma que continua sem respostas sobre o andamento da investigação e diz que o homem que aponta como responsável pela morte permanece em liberdade.

Segundo Eliane, a situação se tornou ainda mais difícil porque o homem continua vivendo normalmente na região onde ocorreu o crime. À CGN, ela afirmou que ele segue trabalhando na mesma lanchonete onde Igor foi esfaqueado, passa em frente à casa da família e vai buscar o próprio filho na escola. Para a mãe, a convivência cotidiana com o homem aumenta o sofrimento causado pela perda.

Eliane também relata que presenciou o momento em que Igor foi atingido. Segundo ela, o filho foi morto diante dela e do irmão mais novo, de 11 anos. A mãe diz que, desde então, espera por uma resposta das autoridades e questiona por que, após um mês, o homem que ela aponta como autor do crime ainda não foi preso.

Discussão teria começado por causa de um celular

Igor Luan Santos da Rocha tinha 21 anos e foi esfaqueado durante uma confusão ocorrida na madrugada de 1º de agosto. Na ocasião, informações apuradas pela CGN indicaram que a discussão teria começado durante uma negociação envolvendo um celular.

Conforme os relatos obtidos no local, o vendedor do aparelho teria ido até a lanchonete para cobrar a devolução do telefone vendido a um comerciante. Ainda segundo as informações levantadas naquele momento, Igor teria dito que entraria no estabelecimento para agredir o homem.

Ao entrar no imóvel, o jovem foi atingido por uma facada no tórax. O Siate foi acionado e prestou os primeiros atendimentos, com apoio do médico de área. Igor estava consciente inicialmente, mas apresentou piora durante o transporte ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP).

Apesar do atendimento médico, ele não resistiu à gravidade do ferimento e morreu.

“Até hoje ele não foi preso”, diz mãe

Um mês depois, a família continua convivendo com a ausência de Igor e com a expectativa por respostas sobre o caso. Eliane afirma que não entende como o homem que ela aponta como responsável pela morte do filho pode continuar circulando normalmente pela região enquanto a família enfrenta o luto.

A mãe afirma que não quer apenas lembrar a morte do filho, mas saber o que aconteceu com a investigação e quais serão os próximos passos. Para ela, os 30 dias desde o crime foram marcados pela dor e pela falta de respostas.

O caso segue sob investigação, e as circunstâncias da morte e a eventual responsabilização do suspeito deverão ser esclarecidas pelas autoridades competentes.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu na madrugada de 1º de agosto de 2026 no bairro Santa Cruz, em Cascavel?
R: Na madrugada de 1º de agosto de 2026, no bairro Santa Cruz, em Cascavel, um jovem de 21 anos foi esfaqueado após uma discussão relacionada a uma negociação de celular. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
Quem foi a vítima do crime e qual foi a causa da morte?
R: A vítima foi Igor Luan Santos da Rocha, de 21 anos. Ele morreu após ser atingido por uma facada no tórax durante uma confusão envolvendo um celular.
Como começou a discussão que resultou no homicídio?
R: A discussão começou devido a uma negociação envolvendo um celular. O vendedor foi até uma lanchonete cobrar a devolução do aparelho vendido a um comerciante, que se recusou a entregar o telefone.
O que aconteceu durante o confronto entre a vítima e o suspeito?
R: Segundo relatos, o vendedor teria dito que entraria no estabelecimento para agredir o comerciante. Ao entrar no local, foi atingido por uma facada no tórax pelo suspeito.
Como foi o atendimento médico prestado à vítima após o ataque?
R: O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) foi acionado e, ao chegar, encontrou a vítima consciente e estável. No entanto, durante o transporte ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná, o quadro clínico de Igor piorou, e ele não resistiu à gravidade do ferimento.
O suspeito do crime foi identificado e qual é sua situação atual?
R: O suspeito foi identificado pela Delegacia de Homicídios de Cascavel e está foragido. Ele fugiu do local antes da chegada da Polícia Militar.
Quais órgãos estão responsáveis pela investigação do caso?
R: A investigação está a cargo da Delegacia de Homicídios de Cascavel, da Polícia Civil do Paraná.
Quais são os próximos passos da investigação segundo as autoridades?
R: As investigações continuam para esclarecer completamente os fatos, incluindo a dinâmica da discussão, a participação de cada envolvido e as circunstâncias exatas do crime. Como as diligências estão em andamento, outras informações não foram divulgadas devido ao sigilo necessário.
Por que o caso ganhou relevância na imprensa local?
R: O caso ganhou destaque pela violência do crime, o fato de ter ocorrido em um local público e por envolver uma discussão aparentemente banal relacionada a um celular, além da fuga do suspeito e do trabalho policial para localizá-lo.
O que se sabe sobre o momento do crime e a reação dos envolvidos?
R: O crime ocorreu durante uma madrugada, após um desentendimento em um carrinho de lanches. O vendedor, após ameaçar agredir o comerciante, foi esfaqueado ao entrar no estabelecimento. O autor fugiu imediatamente após o ataque.

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