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Bessent apoia medidas do Japão contra fraqueza do iene e critica desequilíbrios da China

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Segundo comunicado divulgado pelo Tesouro americano sobre reunião entre Bessent e o presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, à margem do encontro de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20, em Asheville, na Carolina do Norte, o secretário também destacou a necessidade de coordenação próxima entre EUA e Japão em prioridades macroeconômicas comuns.

Por Agência Estado

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, manifestou apoio às medidas adotadas pelo Japão para enfrentar a forte desvalorização do iene e ressaltou a importância de uma política monetária bem formulada e comunicada para ancorar as expectativas de inflação e evitar volatilidade cambial excessiva.

Segundo comunicado divulgado pelo Tesouro americano sobre reunião entre Bessent e o presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, à margem do encontro de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20, em Asheville, na Carolina do Norte, o secretário também destacou a necessidade de coordenação próxima entre EUA e Japão em prioridades macroeconômicas comuns.

Bessent afirmou ainda que a fraqueza do iene contribui para pressões inflacionárias domésticas no Japão e expressou “forte apoio” às medidas monetárias e de mercado adotadas por Tóquio para enfrentar o que classificou como “substancial subvalorização” da moeda japonesa.

Em declarações a repórteres durante o G20, Bessent também criticou desequilíbrios provocados por economias que não operam segundo princípios de mercado. Segundo a Reuters, ele afirmou que esses países estão “sugando crescimento do resto do mundo” e disse que, embora os participantes do encontro defendam maior expansão econômica, ainda é incerto se adotarão as medidas necessárias para alcançá-la.

Já segundo a Axios, Bessent voltou a criticar o excesso de exportações chinesas, afirmando que a barreira tarifária dos EUA desviou produtos da China para outros mercados. Segundo ele, este é um problema do G7, excluindo os EUA, e cabe agora aos países que recebem esses bens tomar medidas.

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