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Presidente da Transitar explica protocolos após pouso de emergência em Cascavel

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Presidente da Transitar explica protocolos após pouso de emergência em Cascavel

Por Diego Cavalcante

Atualizado em

O presidente da Transitar, Edson Zorek, falou sobre a operação realizada na manhã desta quarta-feira (26), após uma aeronave Beechcraft Baron G58, de prefixo PR-FCW, precisar fazer um pouso de emergência no Aeroporto de Cascavel, no Oeste do Paraná.

Segundo Zorek, assim que o alerta sobre um problema no trem de pouso foi recebido, as equipes de emergência do aeroporto foram imediatamente acionadas. O Corpo de Bombeiros permaneceu de prontidão para atender a ocorrência.

A aeronave havia saído de Goiás e tinha Sarandi como destino. O piloto identificou dificuldades no trem de pouso do nariz e acionou o código de emergência. Conforme o presidente da Transitar, a aeronave permaneceu por mais de uma hora sobrevoando a região, consumindo combustível e se preparando para o pouso.

O pouso foi realizado com segurança e as cinco pessoas que estavam a bordo não ficaram feridas.

“Assim que soubemos que foi informado esse código de segurança que a aeronave estava com problema em seu trem de pouso, imediatamente as nossas equipes foram acionadas”, explicou Edson Zorek.

O presidente destacou ainda que a escolha de Cascavel para o pouso ocorreu justamente pela estrutura e pela preparação do aeroporto para situações de emergência.

“Cascavel poderia ter ido para a Fase 1 ou para a Fase 2. Escolhemos Cascavel exatamente por essa estrutura, por essa infraestrutura e por estarmos preparados”, afirmou.

De acordo com Zorek, os protocolos de emergência foram seguidos e as demais aeronaves receberam orientação para aguardar o pouso da aeronave em situação de emergência.

O momento era de fluxo intenso no aeroporto, com aeronaves chegando e decolando. Com a ativação do código de emergência, a aeronave passou a ter prioridade no espaço aéreo e os demais voos precisaram aguardar.

Após o pouso, a aeronave apresentou dificuldades para parar e teve contato com a pista, mas não houve incêndio. Equipes permaneceram mobilizadas até a remoção da aeronave.

O avião foi posteriormente retirado da pista e levado para um dos hangares, permitindo a retomada normal das operações do aeroporto.

Segundo Edson Zorek, houve apenas um atraso momentâneo em um dos voos comerciais, sem prejuízos às demais aeronaves.

“Mostra também a eficiência do nosso aeroporto, desses profissionais que prontamente estiveram ali e fizeram o atendimento a essa aeronave”, destacou.

O presidente da Transitar ressaltou que ocorrências desse tipo são raras, mas afirmou que a estrutura do Aeroporto de Cascavel permite uma resposta rápida em situações de emergência.

“Conseguimos dar uma resposta imediata e estamos preparados para qualquer emergência que porventura tivermos”, concluiu Zorek.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu no Aeroporto de Cascavel em 26 de agosto de 2026?
R: Na manhã de 26 de agosto de 2026, uma aeronave Beechcraft Baron G58, de prefixo PR-FCW, realizou um pouso de emergência no Aeroporto de Cascavel, no Oeste do Paraná, devido a um problema no sistema de freio e no trem de pouso do nariz da aeronave.
Por que o avião precisou fazer um pouso de emergência?
R: O pouso de emergência foi necessário porque o piloto identificou um problema operacional no trem de pouso do nariz da aeronave, além de informar falha no sistema de freio, o que poderia comprometer a segurança durante a aterrissagem.
Quem estava a bordo da aeronave durante o incidente?
R: Cinco pessoas estavam a bordo da aeronave Beechcraft Baron G58 no momento do pouso de emergência.
De onde o avião partiu e qual era o destino previsto?
R: A aeronave havia partido do estado de Goiás e tinha como destino a cidade de Sarandi, no Paraná.
Como as equipes do aeroporto reagiram ao alerta de emergência?
R: Após o alerta recebido por volta das 9h, o aeroporto ativou seu plano de emergência, mobilizando bombeiros, equipes do SAMU, do serviço aeromédico e da Defesa Civil, que ficaram de prontidão para atender qualquer eventualidade.
Que medidas foram tomadas antes do pouso para garantir a segurança?
R: A aeronave permaneceu cerca de uma hora sobrevoando a região para queimar combustível, reduzindo o risco de incêndio em caso de impacto ou corrida prolongada na pista durante o pouso.
Como foi realizado o pouso de emergência?
R: O pouso ocorreu entre 9h47 e 9h57, com acompanhamento da equipe de bombeiros do aeroporto. Não foi necessário o uso de espuma na pista, pois não houve risco iminente de incêndio.
Houve feridos ou danos graves durante o incidente?
R: Não houve registro de feridos durante o pouso de emergência, e a situação foi controlada com sucesso.
Quais foram os impactos na operação do aeroporto de Cascavel?
R: O incidente provocou apenas um pequeno impacto na rotina do aeroporto, causando atraso na saída de uma aeronave da Latam durante o horário de pico. Os demais pousos e decolagens ocorreram normalmente.
O que aconteceu com a aeronave após o pouso?
R: Após o pouso, a aeronave foi removida da pista e encaminhada para uma área particular, onde deverá passar por manutenção para verificar e solucionar o problema identificado.
Quais protocolos foram seguidos durante a emergência?
R: As equipes do aeroporto seguiram os protocolos estabelecidos no plano de emergência validado pela autoridade de aviação civil, que prevê procedimentos específicos para situações como a ocorrida.
Por que a queima de combustível antes do pouso era importante?
R: A queima de combustível foi realizada para minimizar o risco de incêndio caso houvesse um impacto mais forte ou uma corrida prolongada da aeronave sobre a pista durante o pouso.
Qual foi a duração da interrupção das operações no aeroporto?
R: A aeronave permaneceu na pista por cerca de 30 minutos após o pouso, e em seguida o aeroporto foi liberado para retomar as operações normalmente.
Como a atuação das equipes de emergência foi avaliada?
R: A atuação das equipes foi considerada eficiente, seguindo protocolos e garantindo que a situação fosse controlada sem feridos e com impacto mínimo nas operações do aeroporto.
O que acontecerá com a aeronave após o incidente?
R: Por se tratar de um avião particular, os responsáveis deverão acionar uma equipe de manutenção para inspecionar e restabelecer as condições de operação da aeronave.

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