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Dia de São Maximiliano lembra santo que trocou a própria vida pela de outro prisioneiro

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Nascido em 1894, na Polônia, Maximiliano recebeu formação cristã desde a infância e ingressou na Ordem dos Franciscanos ainda jovem.
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Foto: Reprodução/CGN

Por Redação

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Nesta sexta-feira (14), a Igreja Católica celebra o Dia de São Maximiliano Maria Kolbe, religioso polonês que ficou marcado pela história de coragem e solidariedade vivida durante a Segunda Guerra Mundial.

Nascido em 1894, na Polônia, Maximiliano recebeu formação cristã desde a infância e ingressou na Ordem dos Franciscanos ainda jovem. Tornou-se padre, professor e missionário, além de fundar a Milícia da Imaculada, movimento dedicado à evangelização.

Uma escolha que entrou para a história

A história de Maximiliano ganhou um capítulo trágico durante a Segunda Guerra Mundial. Preso pelos nazistas, ele foi enviado em 1941 para o campo de concentração de Auschwitz.

Foi ali que protagonizou o episódio que marcou sua trajetória. Depois que um prisioneiro foi escolhido para morrer como forma de punição, Maximiliano se ofereceu para ocupar o lugar dele.

O religioso acabou morrendo no campo de concentração, aos 47 anos. A atitude fez dele um símbolo de coragem e sacrifício em meio a um dos períodos mais sombrios da história.

De Raimundo a Maximiliano

Antes de se tornar conhecido pelo nome religioso, Maximiliano Maria Kolbe se chamava Raimundo Kolbe. Ele nasceu em 1894 e, ainda jovem, foi enviado pela família para a Ordem Franciscana, onde adotou o nome pelo qual ficou conhecido.

Durante a vida religiosa, dedicou-se à evangelização e ao trabalho missionário, buscando levar sua mensagem para diferentes países.

Em 1982, o Papa João Paulo II canonizou Maximiliano e atribuiu a ele o título de “Padroeiro do difícil Século XX”.

A história de São Maximiliano, portanto, vai muito além de uma data no calendário religioso. É a lembrança de um homem que, diante de uma escolha extrema, decidiu que outra pessoa deveria ter a chance de continuar vivendo.

E, em tempos em que até ceder a vez na fila do mercado pode parecer um grande sacrifício, a história dele continua sendo uma daquelas que fazem a gente repensar o tamanho da palavra solidariedade.

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