CGN - Últimas notícias de Cascavel, Paraná e Brasil
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!

Ouro fecha em alta pela 4ª sessão consecutiva seguindo CPI americano dentro do esperado

Publicado em

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 0,59%, a US$ 4.

Por Agência Estado

O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta quarta-feira, 12, acumulando a quarta sessão de ganhos seguidos para o metal, em dia marcado pela divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) americano. Os dados de julho, que vieram dentro do esperado, reforçaram a visão de que o Federal Reserve (Fed) deverá manter taxas inalteradas na próxima reunião, contribuindo para uma queda nos rendimentos dos Treasuries, o que tende a impulsionar as cotações da commodity, que não rende juros.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 0,59%, a US$ 4.467,5 por onça-troy. A prata para setembro avançou 1,18%, a US$ 65,700 por onça-troy.

O CPI nos EUA subiu 0,1% entre junho e julho, segundo dados com ajustes sazonais publicados nesta quarta pelo Departamento do Trabalho americano. Na comparação anual, o CPI avançou 3,4%. Já o núcleo do índice, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, subiu 0,2% na comparação mensal e 2,5% no confronto anual. Todos os resultados vieram em linha com a expectativa de analistas consultados pelo Projeções Broadcast.

“Prevemos que os preços subam acima do patamar de US$ 4.500 por onça-troy, reforçando as perspectivas de uma alta mais expressiva, com o ouro podendo atingir novos recordes até o final do ano”, afirma Peter Cardillo, da Spartan Capital Securities. O Bank of America (BofA) espera cotações no nível de US$ 5 mil no meio de 2027.

Por sua vez, segundo o Financial Times, a presidente do Fed de Boston, Susan Collins, sinalizou que pode apoiar uma alta dos juros na próxima reunião, marcada para setembro, caso a inflação continue elevada. “Vejo a possibilidade de que as condições econômicas nos próximos meses exijam uma política mais restritiva, e eu estaria preparada para elevar as taxas nesse contexto”, afirmou Collins.

*Com informações Dow Jones Newswires.

Veja também

Notícias Mais Acessadas Agora

Notícias Mais Lidas