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Golpe seguido de morte e 4 presos: o que polícia aponta sobre caso de empresário em Carapicuíba

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Marcelo desapareceu na noite de 16 de julho, após sair de um bar na Estrada da Fazendinha, em Carapicuíba.

Por Agência Estado

A Polícia Civil prendeu o quarto suspeito de envolvimento no sequestro e morte do empresário Marcelo Magalhães Almeida, de 31 anos, em Carapicuíba, na Grande São Paulo. O homem foi localizado durante diligências realizadas pelos investigadores que apuram o caso e teve prisão temporária cumprida na quinta-feira, 23. O nome dele não foi divulgado, desta forma a defesa não foi localizada.

Marcelo desapareceu na noite de 16 de julho, após sair de um bar na Estrada da Fazendinha, em Carapicuíba. Na manhã de quinta-feira, o corpo do empresário foi encontrado às margens do Rio Cotia, na divisa entre Jandira e Carapicuíba.

O velório ocorre nesta sexta-feira, 24. Segundo familiares, a cerimônia será realizada das 8h às 12h, na Quadra Parque Planalto, no bairro Jardim Planalto, em Carapicuíba. O sepultamento será em seguida, no Cemitério Bosque da Paz, em Vargem Grande Paulista.

O que polícia aponta sobre caso de empresário em Carapicuíba?

Segundo a Polícia Civil, os quatro suspeitos, agora presos, teriam sequestrado Marcelo e realizado uma transferência de R$ 8 mil da conta da vítima antes de matá-lo. A investigação aponta que o crime teria sido motivado por um desentendimento financeiro entre o empresário e um dos envolvidos.

Segundo a SSP informou anteriormente, ele foi atraído pelos suspeitos para uma área de mata, onde teria sido morto após ter valores transferidos de sua conta bancária.

Antes da localização do corpo, o veículo blindado de Marcelo foi encontrado abandonado. O carro apresentava possíveis sinais de sangue, segundo informações divulgadas pela Polícia Militar.

Outros três suspeitos já tinham sido presos: os irmãos conhecidos como “Quadrado”, de 28 anos, e Almeida, de 27, além de Júlio César Moura Batista, de 23 anos. A Polícia Civil investiga a participação do grupo no crime, que pode ser enquadrado como homicídio qualificado.

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