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Polícia Civil não descarta racha em acidente que destruiu ponto de ônibus na Carlos Gomes

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Polícia Civil não descarta racha em acidente que destruiu ponto de ônibus na Carlos Gomes

Por Isabella Chiaradia

Atualizado em

O delegado da Polícia Civil, Pedro Rocha, concedeu uma entrevista coletiva sobre o acidente registrado durante a madrugada na Avenida Carlos Gomes, em Cascavel, em que a motorista, uma jovem de 21 anos, estava embriagada e colidiu contra um ponto de ônibus.

Sobre a dinâmica do acidente, o delegado esclareceu que a mulher foi presa em flagrante apenas por embriaguez ao volante e que outras circunstâncias que possam ter ocorrido e que tenham relevância criminal ainda estão sendo apuradas pelas autoridades.

“A Polícia Civil não descarta a possibilidade de ser um racha, que é um crime grave, mas ainda é cedo para afirmar”, ponderou o delegado.

Pedro Rocha ainda confirmou que até às 14h desta quarta-feira (15), a motorista não havia pagado a fiança fixada em R$ 1800 pela autoridade policial e seguia presa na Cadeia Pública de Corbélia, aguardando audiência de custódia.

O delegado não revelou o que foi relatado pela investigada durante o interrogatório.

Resumo do que aconteceu

Motorista bêbada destrói ponto de ônibus em Cascavel: o que aconteceu na madrugada de 15 de julho?
R: Uma motorista de 21 anos perdeu o controle de um Volkswagen Voyage preto, saiu da pista, atingiu placas de sinalização e destruiu um ponto de ônibus na Avenida Carlos Gomes, em Cascavel, na madrugada de 15 de julho de 2026.
A jovem foi presa após o acidente? Por quê?
R: Sim, a motorista foi presa em flagrante por embriaguez ao volante após o teste do etilômetro apontar 0,67 mg/L de álcool por litro de ar expelido, índice que configura crime de trânsito.
Houve feridos no acidente que destruiu o ponto de ônibus?
R: Apesar da violência do impacto, ninguém ficou ferido no acidente.
O que revelou o teste do bafômetro realizado na motorista?
R: O teste do etilômetro apontou 0,67 miligrama de álcool por litro de ar expelido, valor que configura crime de trânsito segundo a legislação brasileira.
Por que a motorista continua presa após o acidente?
R: Ela permanece detida porque não pagou a fiança arbitrada pela Polícia Civil e aguarda audiência de custódia para saber se responderá em liberdade.
Há suspeita de racha envolvendo outro veículo no acidente?
R: Sim, imagens de câmeras de segurança mostram um segundo veículo branco trafegando pela avenida no momento do acidente, levantando suspeitas de um possível racha, que será investigado pela Polícia Civil.
O que dizem as imagens das câmeras de segurança sobre o acidente?
R: As imagens mostram o Voyage preto perdendo o controle e destruindo o ponto de ônibus, além de um segundo veículo branco passando pelo local no mesmo instante, sugerindo possível participação em um racha.
A motorista tinha antecedentes criminais?
R: Segundo a Polícia Militar, a jovem não possuía antecedentes criminais.
O que aconteceu com o veículo envolvido no acidente?
R: O Volkswagen Voyage foi apreendido e recolhido ao pátio do Detran por estar com o licenciamento vencido desde 2023.
Quais autoridades atenderam a ocorrência?
R: Equipes da Polícia Militar e da Transitar atenderam a ocorrência e encaminharam a motorista à Central de Flagrantes.
Quais crimes a motorista poderá responder após o acidente?
R: A motorista responderá pelo crime de embriaguez ao volante e pode ser investigada por participação em racha, caso a suspeita se confirme.
Como a Polícia Civil deve proceder em relação ao possível racha?
R: A Polícia Civil irá analisar as imagens das câmeras de segurança e outros elementos para investigar a participação do segundo veículo e confirmar ou descartar a hipótese de racha.
O que pode acontecer com a motorista após a audiência de custódia?
R: Na audiência de custódia, o Judiciário decidirá se a motorista continuará presa ou poderá responder ao processo em liberdade, mediante eventual concessão de liberdade provisória.
Qual a relevância do caso para a segurança no trânsito?
R: O caso chama atenção para os riscos da embriaguez ao volante e da possível prática de racha, ambos crimes que colocam em perigo a vida de motoristas e pedestres.

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