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Trump volta a atacar imprensa dos Estados Unidos e exalta vitória eleitoral

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Na publicação sobre a eleição, Trump destacou que derrotou a democrata Kamala Harris por 312 votos a 226 no Colégio Eleitoral, sistema que define a e...

Por Agência Estado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar veículos de comunicação e jornalistas neste sábado, 11, em uma longa publicação na Truth Social na qual exaltou sua vitória na eleição de 2024 e afirmou que a imprensa americana deveria reconhecer sua força política. A mensagem foi publicada horas depois de outro texto em que o republicano voltou a comentar seus resultados em exames físico e cognitivo e também criticou jornalistas.

Na publicação sobre a eleição, Trump destacou que derrotou a democrata Kamala Harris por 312 votos a 226 no Colégio Eleitoral, sistema que define a eleição presidencial americana, e venceu os sete Estados considerados decisivos na disputa. Também afirmou ter conquistado 86% dos condados do país e ressaltou que foi o primeiro republicano em décadas a ganhar o voto popular.

“Tudo o que eu faço é vencer, muitas vezes contra todas as probabilidades”, escreveu. Trump reclamou que, mesmo após o resultado eleitoral, os principais veículos americanos não reconheceram o que considera um grande sucesso de sua campanha.

O republicano dirigiu ataques ao New York Times, The Wall Street Journal, CNN, as redes ABC, CBS e NBC e a MS NOW, antigo canal MSNBC, classificando os veículos como produtores de “notícias falsas”. Ao dizer que venceu a eleição “pela terceira vez”, Trump também fez referência ao pleito de 2020, vencido por Joe Biden e cujo resultado continua a contestar. O republicano foi eleito presidente em 2016 e retornou à Casa Branca após a vitória de 2024.

O presidente também atacou o Partido Democrata, afirmou que a legenda estaria caminhando para o comunismo e disse que venceria uma nova eleição por margem ainda maior. Trump sugeriu que seus críticos deveriam admitir que não conseguiram derrotá-lo e proclamá-lo “o melhor competidor político de todos os tempos”.

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