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Bullying: Menina venezuelana é agredida por colegas em Cascavel e socorrida pelo Corpo de Bombeiros

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Bullying: Menina venezuelana é agredida por colegas em Cascavel e socorrida pelo Corpo de Bombeiros

Por Fábio Wronski

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Uma menina venezuelana de 15 anos foi agredida por colegas de classe no final da manhã desta sexta-feira (10), em Cascavel. O caso aconteceu na Rua Três Amigos, no bairro Universitário, e mobilizou o Corpo de Bombeiros e o Siate após a vítima ser encontrada caída na rua por vizinhas.

Segundo informações obtidas pela CGN, sete meninas teriam abordado a estudante na via pública e iniciado as agressões. Moradoras da região encontraram a criança caída e a levaram até a casa da mãe, que imediatamente acionou o socorro.

Os socorristas do Siate constataram que a menina apresentava vários hematomas e escoriações pelo corpo. Um dos ferimentos mais graves foi a perda de uma unha, arrancada durante o ataque.

De acordo com a mãe da vítima, esta já é a terceira vez que a filha sofre agressões no Colégio Estadual Olinda Truffa de Carvalho. A suspeita é que os ataques estejam relacionados ao fato de a menina ser estrangeira, configurando um caso de bullying.

O Conselho Tutelar e a Polícia Militar foram chamados ao local para registrar a ocorrência e iniciar o acompanhamento do caso.

Nota do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Cascavel sobre o caso:

O Núcleo Regional de Educação (NRE) de Cascavel informa que acompanha o caso envolvendo uma estudante de 15 anos do Colégio Estadual Olinda Truffa de Carvalho. A estudante passa bem.

A direção da unidade escolar adotou as providências, acompanha a estudante e sua família, presta o apoio e orientou a mãe da adolescente quanto ao registro de boletim de ocorrência.

O caso será investigado pelas autoridades competentes para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e definir as medidas cabíveis em relação aos envolvidos.

Resumo do que aconteceu

Menina venezuelana é atacada brutalmente por colegas em Cascavel: o que aconteceu?
R: Uma adolescente venezuelana de 15 anos foi agredida por sete colegas na manhã de 10 de julho de 2026, no bairro Universitário, em Cascavel, Paraná. Ela foi encontrada caída na rua com vários ferimentos e socorrida pelo Siate e Corpo de Bombeiros.
Por que a adolescente foi agredida por colegas?
R: Segundo a mãe da vítima, a agressão aconteceu devido ao preconceito contra a origem estrangeira da menina e suas dificuldades em falar português, caracterizando um caso de xenofobia e bullying.
Quantas vezes a menina já sofreu agressões na escola?
R: Esta foi a terceira vez que a adolescente foi agredida por colegas. Duas agressões ocorreram dentro da escola e a terceira, na rua, após a saída das aulas.
Como foi o resgate da vítima após a agressão?
R: Moradoras da região encontraram a adolescente caída na rua e a levaram até a casa da mãe, que acionou o socorro. O Siate constatou vários hematomas, escoriações e a perda de uma unha da vítima.
Qual escola está envolvida no caso?
R: A adolescente estuda no Colégio Estadual Olinda Truffa de Carvalho, em Cascavel.
Quais autoridades foram acionadas após a agressão?
R: O Conselho Tutelar e a Polícia Militar foram chamados para registrar a ocorrência e iniciar o acompanhamento do caso.
A escola tomou alguma atitude após as agressões anteriores?
R: Segundo a mãe, após a segunda agressão, ela pensou em buscar apoio judicial, mas foi desencorajada pela direção do colégio, que não queria que o caso fosse divulgado.
Quais foram os ferimentos sofridos pela menina?
R: A adolescente teve vários hematomas, escoriações pelo corpo e perdeu uma unha durante o ataque.
Como a mãe da vítima reagiu ao ocorrido?
R: A mãe ficou emocionada e desabafou que a família veio ao Brasil em busca de uma vida melhor, mas agora vive com medo e pede apenas o direito de estudar e viver em paz.
O caso gerou debate na cidade?
R: Sim, o caso reacendeu o debate sobre xenofobia e bullying nas escolas de Cascavel.
A vítima já havia sofrido xenofobia antes?
R: Sim, a mãe relata que todas as agressões sofridas pela filha foram motivadas por preconceito devido à sua origem venezuelana e dificuldade com o idioma.
Como está o acompanhamento do caso pelas autoridades?
R: O Conselho Tutelar e a Polícia Militar iniciaram acompanhamento do caso após o registro da ocorrência.
O que a família espera após as agressões?
R: A mãe pede apenas que a filha tenha o direito de estudar e viver em paz no Brasil, sem sofrer mais agressões ou preconceito.

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