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Imagem referente a Após fuga, apreensão de 270 quilos de maconha e tentativa de ‘comprar’ PMs, quatro são condenados

Após fuga, apreensão de 270 quilos de maconha e tentativa de ‘comprar’ PMs, quatro são condenados

Um veículo chegou a capotar durante a fuga; apenas um dos condenados seguirá detido, por ser reincidente...

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Por Mariana Lioto

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Imagem referente a Após fuga, apreensão de 270 quilos de maconha e tentativa de ‘comprar’ PMs, quatro são condenados

Em abril deste ano quatro pessoas foram presas e 270 quilos de maconha apreendidas em uma ação da Polícia Militar. Talvez você lembre do caso: a ação começou com um Uno que capotou na Rua Curitiba, no Bairro Neva, onde foram achados 40 quilos da droga. Depois, em uma casa no Bairro Country, foram encontrados mais 230 quilos do entorpecente.

A CGN teve acesso a recente sentença que traz o desfecho do caso, os quatro detidos na época foram condenados, três deles pelo tráfico e um por tentar corromper a equipe policial com R$ 60 mil, para que uma mulher que estava na casa não fosse detida.

A situação começou com uma denúncia sobre uma entrega de drogas que ocorreria no Bairro Neva. A PM foi ao local e tentou abordar o veículo Uno, que capotou na fuga. Também foi abordado um veículo Fox, usado como batedor.

Cada carro tinha dois ocupantes e todos foram detidos. Dois deles foram condenados a 4 anos e 2 meses de reclusão, mas por serem primários, foram colocados em liberdade já no dia seguinte aos fatos.

Outro segue detido e teve pena de 6 anos e 8 meses de reclusão. A pena foi maior por já ter uma condenação. Com a sentença ele seguirá preso.

O quarto detido foi inocentado do crime de tráfico. Ele estava no carro usado como batedor e disse que não sabia do ‘serviço’ que seu amigo estava fazendo. O homem, no entanto, acabou condenado por corrupção ativa.

Ocorre que na casa onde a maior parte do entorpecente foi encontrado estava a ex-mulher dele e irmã de outro detido. Ele ofereceu R$ 60 mil aos policiais militares para que a mulher não fosse detida. Ele disse que ela não tinha conhecimento da droga e que conseguiria “levantar o dinheiro” devido a serviço que realiza com cigarros no Mato Grosso.

A mulher chegou a ser levada a delegacia, foi liberada no dia seguinte e não houve, por parte do Ministério Público, denúncia contra ela. A pena pelo crime de corrupção ativa foi de 2 anos de reclusão, que poderá ser cumprida em regime aberto ou substituída por serviço à comunidade.

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