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Bolsas da Europa fecham na maioria em queda de olho em EUA-Irã, dados europeus e Lagarde

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Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,18%, a 10.478,34 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,29%, a 25.069,11 pontos. Em Paris, o CAC...

Por Agência Estado

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira, 1, em um pregão marcado por cautela no início do segundo semestre. Investidores acompanharam o avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã, que ajudaram a aliviar os preços do petróleo, além de repercutirem indicadores econômicos da zona do euro e discursos de dirigentes de bancos centrais no Fórum de Sintra (Portugal).

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,18%, a 10.478,34 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,29%, a 25.069,11 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,79%, a 8.337,29 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,15%, a 51.604,56 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,30%, a 19.413,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 0,46%, a 9.090,47 pontos. As cotações são preliminares.

Dados da zona do euro reforçaram expectativas de manutenção dos juros pelo Banco Central Europeu (BCE) até o fim do ano, segundo a Capital Economics. A inflação ao consumidor (CPI, em inglês) do bloco desacelerou para 2,8% em junho, abaixo do esperado, enquanto o PMI industrial europeu permaneceu em território de expansão, apesar de leve perda de ritmo. Em Sintra, a presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou que a zona do euro não vive um cenário de estagflação e que os riscos para a economia estão hoje mais equilibrados.

Entre as ações, a suíça Galderma caiu quase 3% após sofrer novo revés regulatório da FDA – órgão regulador dos EUA – para um concorrente do Botox. Em Londres, a Associated British Foods recuou 3,5%, depois de alertar para prejuízo na divisão de açúcar, apesar de manter as demais projeções.

Em Paris, Schneider Electric (-3,4%) e BNP Paribas (-1,1%) pressionaram o CAC 40. Em Frankfurt, Siltronic avançou 7,3% após receber recomendação positiva do UBS para o setor de equipamentos de semicondutores. Na Itália, a Eni ficou no radar após ceder 2,4% ao anunciar uma joint venture de trading de commodities com a Mercuria. O setor de tecnologia, pressionado ao redor do globo, recuou 1%.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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