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Ação conjunta dos EUA e Venezuela mata Niño Guerrero, chefe do Tren de Aragua, diz Trump

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“Esta ação foi coordenada de perto com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem”, afirmou o presidente dos Esta...

Por Agência Estado

Uma ação conjunta realizada pelos Estados Unidos e Venezuela terminou com a morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como “Niño Guerrero” e apontado como líder da organização criminosa venezuelana Tren de Aragua, conforme comunicaram os governos de ambos os países na sexta-feira, 12.

“Esta ação foi coordenada de perto com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem”, afirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na rede social Truth, sugerindo que a operação teria ocorrido em território venezuelano.

Além disso, Trump publicou um vídeo que, segundo ele, mostra o momento do ataque.

Em seguida, o governo venezuelano confirmou em nota oficial, sua participação no ataque, conduzido no estado de Bolívar, e declarou que Guerrero foi “neutralizado” em meio a confrontos com membros de grupos criminosos.

No post da Truth, Trump ainda criticou o ex-presidente Joe Biden. No texto, Trump diz que Biden abriu a fronteira sul para milhões de criminosos ilegais. “Antes de eu retornar ao cargo, ele Biden permitiu que este exército estrangeiro estuprasse, mutilasse e assassinasse cidadãos americanos com total impunidade”, afirmou.

Agradecimento

O General do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Francis L. Donovan, agradeceu às forças de segurança venezuelanas pelo o apoio à operação conjunta que executou ‘Niño Guerrero’.

Em postagem no X da conta do Comando Sul dos Estados Unidos (Southcom na sigla em inglês), Donovan considerou a operação conjunta contra um complexo do Tren de Aragua como bem-sucedida.

“Niño Guerrero era um fugitivo procurado, acusado pelo Departamento de Justiça dos EUA de ordenar, dirigir e facilitar atos de terrorismo e violência nos Estados Unidos”, disse.

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