França pede que promotores investiguem tratamento de Israel a ativistas da flotilha de Gaza
Publicado em
Por Agência Estado
O governo da França afirmou que está pedindo ao Ministério Público que investigue a suposta violenta má conduta de Israel contra ativistas de uma flotilha rumo a Gaza, o que pode abrir caminho para processos criminais. Pela legislação processual penal francesa, cabe aos promotores decidir como dar seguimento às denúncias e se acusações podem ser apresentadas.
A decisão do ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noel Barrot, de agora solicitar que promotores franceses avaliem se há base para acusações criminais é mais um sinal do descontentamento de Paris.
Barrot disse ter recebido um relatório de diplomatas franceses na Turquia que “detalhou violência sexual, exposição ao frio, espancamentos e humilhações repetidas contra cidadãos franceses – todos atos que poderiam constituir crimes”.
A França já havia anunciado uma proibição por tempo indeterminado de entrada em território francês do ministro israelense da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, por aquilo que chamou de “comportamento indizível” em relação a ativistas da flotilha enquanto eles estavam detidos em Israel, após tentarem romper o bloqueio naval israelense a Gaza.
A Global Sumud Flotilla, composta por 50 embarcações, foi interceptada neste mês em águas internacionais, a cerca de 400 quilômetros da costa de Israel. O governo israelense posteriormente libertou e deportou centenas de ativistas para a Turquia. Os ativistas acusaram as forças israelenses de maus-tratos na detenção, descrevendo espancamentos, uso de tasers e cães de ataque. Israel negou os maus-tratos. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado