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Pesquisa revela quem mais aprova e quem mais desaprova Eduardo Pimentel em Curitiba

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Levantamento ouviu 800 moradores de Curitiba entre os dias 25 e 28 de maio de 2026; gestão é avaliada como ótima ou boa por 62,1%, enquanto desaprovaç...
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Foto: Pedro Ribas/SMCS

Por Redação CGN

A administração do prefeito Eduardo Pimentel em Curitiba mantém um patamar elevado de aprovação popular, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas realizado no fim de maio de 2026. De acordo com o material, 78% dos moradores entrevistados afirmam aprovar a gestão municipal, enquanto 18,8% dizem desaprovar. Outros 3,3% não souberam ou não quiseram opinar.

A pesquisa foi feita com 800 habitantes do município de Curitiba, por meio de entrevistas pessoais, entre os dias 25 e 28 de maio de 2026. A margem de erro estimada é de aproximadamente 3,5 pontos percentuais, com grau de confiança de 95%.

O resultado mostra que, apesar de uma pequena oscilação negativa em relação a levantamentos anteriores apresentados no próprio documento, a aprovação da gestão segue majoritária na capital. Em abril de 2025, a aprovação era de 81%. Em agosto do mesmo ano, passou para 80,5%. Em dezembro, ficou em 80,8%. Agora, em maio de 2026, aparece em 78%.

Avaliação positiva ainda supera com folga a negativa

Além da pergunta direta sobre aprovação ou desaprovação, o levantamento também mediu a avaliação da administração municipal em categorias como ótima, boa, regular, ruim e péssima.

Segundo a pesquisa, 16% dos entrevistados consideram a gestão ótima. Outros 46,1% avaliam como boa. Somadas, as avaliações positivas chegam a 62,1%.

A avaliação regular aparece com 25,3%. Já as menções negativas somam 11,3%, sendo 5% de ruim e 6,3% de péssima. O índice dos que não souberam ou não opinaram foi de 1,4%.

Na prática, o levantamento indica que a gestão mantém uma base ampla de aprovação, mas também mostra uma parcela relevante da população em posição intermediária. O grupo que avalia a administração como regular pode ser importante para medir o grau de consolidação dessa popularidade, já que não representa rejeição direta, mas também não configura aprovação entusiasmada.

Avaliação da administração municipal em Curitiba

Levantamento mediu como os entrevistados classificam a gestão em categorias como ótima, boa, regular, ruim e péssima.

62,1% avaliam como ótima ou boa
25,3% consideram a gestão regular
11,3% avaliam como ruim ou péssima
Ótima 16,0%
Boa 46,1%
Regular 25,3%
Ruim 5,0%
Péssima 6,3%
Não sabe / não opinou 1,4%
Leitura dos dados: a gestão mantém uma base ampla de avaliação positiva, puxada principalmente pelo índice de entrevistados que classificam a administração como boa. Ao mesmo tempo, o percentual de avaliação regular mostra uma parcela relevante da população em posição intermediária, sem rejeição direta, mas também sem aprovação mais entusiasmada.
Fonte: Paraná Pesquisas. Levantamento realizado em Curitiba com 800 habitantes, entre os dias 25 e 28 de maio de 2026. Margem de erro estimada de 3,5 pontos percentuais.

Aprovação recua em comparação com 2025

O comparativo apresentado no documento mostra que a aprovação de Eduardo Pimentel teve leve queda ao longo da série.

Em abril de 2025, 81% aprovavam a administração. Em agosto, o índice foi de 80,5%. Em dezembro, 80,8%. Em maio de 2026, a aprovação aparece em 78%.

A desaprovação, por outro lado, subiu no mesmo intervalo. Era de 14,7% em abril de 2025, passou para 17,1% em agosto, ficou em 16,3% em dezembro e chegou a 18,8% em maio de 2026.

Mesmo com a variação, o quadro geral segue favorável ao prefeito, já que a aprovação permanece mais de quatro vezes maior que a desaprovação. Ainda assim, a sequência sugere um desgaste discreto, especialmente porque a avaliação “péssima” também subiu no comparativo: passou de 3,7% em abril de 2025 para 6,3% em maio de 2026.

Aprovação de Pimentel segue alta, mas tem leve recuo na série

Comparativo mostra queda da aprovação entre abril de 2025 e maio de 2026, enquanto a desaprovação avançou no mesmo período.

78,0% aprovam a administração em maio de 2026
18,8% desaprovam a gestão no levantamento mais recente
6,3% classificam a administração como péssima
Aprova Desaprova Avaliação péssima
81,0%
14,7%
3,7%
Abril
2025
80,5%
17,1%
5,2%
Agosto
2025
80,8%
16,3%
4,9%
Dezembro
2025
78,0%
18,8%
6,3%
Maio
2026
Leitura dos dados: a aprovação permanece em patamar elevado, acima de 75% em toda a série. Ainda assim, o comparativo indica um desgaste discreto: a aprovação caiu de 81,0% para 78,0%, enquanto a desaprovação subiu de 14,7% para 18,8%. A avaliação “péssima” também avançou, passando de 3,7% para 6,3% no período.
Fonte: Paraná Pesquisas. Levantamentos comparativos sobre a administração municipal de Eduardo Pimentel em Curitiba. Série apresentada no documento com dados de abril de 2025, agosto de 2025, dezembro de 2025 e maio de 2026.

Boa avaliação é o principal sustentáculo da gestão

O dado mais forte para a administração municipal está na categoria “boa”, apontada por 46,1% dos entrevistados. Esse é o principal bloco de sustentação da imagem do prefeito.

A avaliação “ótima”, embora relevante, aparece em patamar menor, com 16%. Isso indica que a maior parte da aprovação não está concentrada em uma percepção de excelência, mas em uma leitura positiva mais moderada da gestão.

Esse detalhe é importante porque ajuda a entender o tipo de aprovação captado pela pesquisa. O prefeito tem uma imagem amplamente aceita, mas o levantamento não aponta uma onda de entusiasmo extremo. A aprovação parece mais associada a uma percepção de funcionamento adequado da administração do que a uma adesão intensa.

Jovens são o grupo com maior aprovação

Na divisão por idade, a maior aprovação aparece entre os entrevistados de 16 a 24 anos. Nesse grupo, 81,9% aprovam a administração de Eduardo Pimentel, 15,7% desaprovam e 2,4% não souberam ou não opinaram.

Entre os moradores de 25 a 34 anos, a aprovação é de 78,2%. Na faixa de 35 a 44 anos, chega a 79,2%. Entre 45 e 59 anos, fica em 78,7%.

O menor índice de aprovação aparece entre os entrevistados com 60 anos ou mais: 74,6%. Ainda assim, mesmo nesse recorte, a aprovação segue bastante superior à desaprovação, que é de 20,5%.

O dado mostra que a gestão tem desempenho positivo em todas as faixas etárias analisadas, sem concentração de rejeição em um grupo específico. A diferença mais perceptível está justamente entre os mais jovens e os mais idosos.

Ensino superior concentra maior desaprovação

A escolaridade também revela diferenças importantes no levantamento.

Entre os entrevistados com ensino fundamental, 83,3% aprovam a administração municipal e 12,8% desaprovam. Entre os que têm ensino médio, a aprovação é de 79,6%, com 18,3% de desaprovação.

Já entre os entrevistados com ensino superior, a aprovação cai para 73,5%, enquanto a desaprovação sobe para 22,2%.

Esse é um dos recortes mais relevantes da pesquisa. Embora a aprovação continue majoritária entre pessoas com maior escolaridade, esse grupo apresenta o menor índice de apoio e a maior desaprovação entre os níveis educacionais apresentados.

O dado não permite, por si só, explicar as razões dessa diferença. O documento não informa quais temas pesam mais na avaliação de cada segmento. Ainda assim, o recorte aponta um ponto de atenção para a gestão: a leitura sobre a administração é menos favorável entre os eleitores com ensino superior.

Mulheres aprovam um pouco mais que homens

A pesquisa também mostra equilíbrio na avaliação por gênero.

Entre os homens, 77,4% aprovam a administração, 18,5% desaprovam e 4,1% não souberam ou não opinaram. Entre as mulheres, a aprovação é de 78,5%, a desaprovação fica em 18,9% e 2,5% não opinaram.

A diferença entre homens e mulheres é pequena e está dentro de um cenário de estabilidade. O levantamento não aponta uma divisão significativa de percepção por gênero.

População fora da PEA avalia melhor a gestão

Outro recorte apresentado é o de PEA e não PEA. A sigla PEA se refere à População Economicamente Ativa, grupo que inclui pessoas inseridas ou disponíveis para o mercado de trabalho.

Entre os entrevistados da PEA, 76,9% aprovam a administração e 19,8% desaprovam. Entre os que não fazem parte da PEA, a aprovação sobe para 80,8%, enquanto a desaprovação cai para 16,2%.

Esse dado pode indicar percepções diferentes entre grupos com experiências distintas em relação à economia, emprego, renda, serviços públicos e rotina urbana. O documento, porém, não detalha as razões da diferença, portanto qualquer explicação sobre o motivo deve ser tratada apenas como hipótese de análise, e não como conclusão da pesquisa.

Perfil da amostra

O levantamento ouviu 800 moradores de Curitiba. Do total, 54,1% eram mulheres e 45,9% homens.

Na divisão por faixa etária, 10,4% dos entrevistados tinham entre 16 e 24 anos; 17,8%, entre 25 e 34 anos; 19,9%, entre 35 e 44 anos; 26,4%, entre 45 e 59 anos; e 25,6%, 60 anos ou mais.

Quanto à escolaridade, 61,7% tinham até o ensino médio e 38,3% possuíam ensino superior. No recorte econômico, 71,4% faziam parte da População Economicamente Ativa e 28,6% estavam fora da PEA.

Segundo o Paraná Pesquisas, a amostra foi selecionada em duas etapas. Primeiro, houve sorteio probabilístico das localidades onde as entrevistas seriam realizadas, pelo método de Probabilidade Proporcional ao Tamanho. Depois, dentro de cada localidade, foram usadas cotas proporcionais de gênero, faixa etária, escolaridade e nível econômico.

O instituto informa ainda que os questionários foram auditados em pelo menos 30% das entrevistas, o que corresponde a, no mínimo, 240 verificações pela equipe de supervisores.

Ponto de atenção

Embora o levantamento seja identificado como uma pesquisa de opinião pública no município de Curitiba, algumas páginas do material exibem no cabeçalho a expressão “município de Piraquara”, acompanhada de referências a “Junho de 2018” junto ao título de Curitiba e maio de 2026.

Esse tipo de inconsistência visual pode indicar reaproveitamento de modelo gráfico ou erro de edição no arquivo. O conteúdo central das páginas, no entanto, trata da pesquisa realizada em Curitiba, com dados de maio de 2026. Não há, no material analisado, informação que permita afirmar impacto sobre os resultados apresentados, mas a divergência no cabeçalho é um ponto que pode ser mencionado por transparência editorial.

O que os números indicam

A pesquisa mostra uma administração com aprovação robusta, espalhada por diferentes grupos da população e sustentada principalmente pela avaliação “boa”. O prefeito Eduardo Pimentel aparece com desempenho favorável em todos os recortes apresentados, incluindo gênero, idade, escolaridade e condição econômica.

Ao mesmo tempo, o comparativo revela sinais de oscilação negativa. A aprovação caiu de 81% para 78% entre abril de 2025 e maio de 2026, enquanto a desaprovação subiu de 14,7% para 18,8%. A avaliação “péssima” também cresceu no período.

Esses movimentos não anulam o quadro positivo, mas mostram que a gestão enfrenta algum desgaste. A leitura mais segura, com base no documento, é que Pimentel mantém aprovação ampla em Curitiba, porém com indicadores que merecem acompanhamento nos próximos levantamentos.

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas no município de Curitiba. Foram entrevistados 800 habitantes entre os dias 25 e 28 de maio de 2026. A margem de erro estimada é de aproximadamente 3,5 pontos percentuais para os resultados gerais, com grau de confiança de 95%. O levantamento foi concluído em Curitiba no dia 29 de maio de 2026.

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